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O fundo imobiliário TRXF11 (TRX Real Estate) opera em forte queda nesta sexta-feira (21), em mais um dia de pressão sobre as cotas do fundo. O FII recua 4,42%, para R$ 70,73, segundo os dados da Status Invest.
A queda ocorre em meio a um período de forte transformação do fundo, que vem ampliando o patrimônio e diversificando sua carteira por meio de grandes aquisições.
Ao mesmo tempo, a gestora enfrenta maior criticas de parcela dos cotistas sobre o ritmo de expansão, a estrutura das operações e os efeitos da nova emissão de cotas.
Nos últimos 12 meses, a cota do TRXF11 acumula desvalorização de 20,41%, enquanto o dividend yield indicado na tela de mercado chega a 16,63%.
A 13ª emissão de cotas prevê uma oferta inicial de até R$ 5 bilhões. A operação tem como objetivo financiar um novo ciclo de expansão da carteira do fundo. A emissão prevê inicialmente até 53,05 milhões de novas cotas, ao preço de R$ 94,39 por unidade, já considerando os custos da oferta.
Caso a demanda supere o volume inicial, o fundo poderá ainda exercer um lote adicional de até 100%, elevando o potencial de captação para aproximadamente R$ 10 bilhões.
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TRXF11 quer captar até R$ 5 bi para comprar imóveis ligados ao Grupo Cyrela
A emissão ocorre após o fundo anunciar aproximadamente R$ 4,2 bilhões em aquisições e projetos nos últimos meses.
A maior delas é a compra de uma participação de um portfólio de cinco imóveis da Cy.Capital, plataforma imobiliária ligada ao Grupo Cyrela, em uma operação de aproximadamente R$ 2,13 bilhões.
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Além disso, entre as operações recentemente divulgadas estão investimentos no Hotel Emiliano, no edifício do IBMEC, na Faria Lima, em galpões logísticos ocupados pelo Mercado Livre, em Guarulhos, e um centro logístico em Jaboatão dos Guararapes (PE).
A emissão prevê inicialmente a distribuição de até 53.050.398 novas cotas, ao preço de R$ 94,39 por unidade, valor que já inclui os custos da oferta. O montante mínimo para que a operação seja concluída é de aproximadamente R$ 10 milhões, enquanto o limite inicial é de R$ 5 bilhões.
Segundo Luiz Augusto do Amaral, CEO da TRX Investimentos, a emissão acompanha o crescimento do fundo e busca ampliar a resiliência do portfólio.
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“O tamanho da emissão acompanha a dimensão e a relevância das operações que o fundo vem anunciando. A estratégia é usar essa escala para formar um portfólio mais diversificado, com imóveis relevantes para seus ocupantes, contratos de longo prazo e presença em diferentes segmentos e regiões.”
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