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O Partido dos Trabalhadores afirmou que 40 mil pessoas compareceram ao ato que marcou o lançamento da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que ocorreu neste domingo (16) em São Bernardo do Campo, em São Paulo.
Segundo a sigla, o número é equivalente ao dobro do esperado para o evento.
A informação não pode ser confirmada por outros veículos e pelo Monitor do Debate Político, promovido pela USP/Cebrap, que tiveram as solicitações para captar imagens aéreas a partir de drones negadas sob a justificativa de que havia um protocolo do Gabinete de Segurança Institucional vetando o uso do aparelho.
O espaço utilizado pelo partido, o estádio 1º de Maio, tem lotação máxima de 41.138 lugares, sendo 12.578 em assentos na arquibancada e o restante no espaço destinado ao campo.
Com o slogan “Onde tudo começou”, o ato em São Bernardo do Campo marcou o lançamento da campanha de Lula à reeleição em outubro. O evento reuniu líderes de movimentos sociais, dirigentes do PT, partidos aliados e membros da coligação formada por PT, PCdoB, PV, PDT, PSB, PSOL/REDE.
O estádio, anteriormente chamado de Vila Euclides, foi utilizado por Lula em 1979, durante sua atuação no movimento sindical, que deu origem à greve dos trabalhadores do ABC, movimento que posteriormente resultou na fundação do Partido dos Trabalhadores.
Durante o evento, Lula discursou e afirmou que disputa um quarto mandato para impedir o retorno da direita ao Palácio do Planalto. “Enquanto eu for vivo, não vou parar de lutar e não vou permitir que volte uma direita responsável pela morte de 400 mil pessoas na covid por irresponsabilidade. Se você ri de um velhinho que está morrendo asfixiado por falta de ar, que futuro você quer para o povo brasileiro?”, declarou.
Durante o discurso, Lula também destacou que é o primeiro presidente da República eleito três vezes no País e afirmou que “eleger patrão é uma contradição” ao reforçar a necessidade de que trabalhadores elejam um representante que entenda suas necessidades.
O petista também fez diversos acenos aos eleitores evangélicos e às mulheres, que nesta eleição são maioria entre os eleitores, segundo dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral.
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