Flávio: Falta braço para investigar Lulinha; imagina se fosse filho de Bolsonaro?

Mais cedo, o ministro Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça autorizou a abertura de um inquérito para apurar suspeitas de tráfico de influência no governo federal de Lulinha

Estadão Conteúdo

Brazilian Senator Flavio Bolsonaro, who is to be announced as candidate for Brazil's presidential elections, attends the national convention of the Liberal Party (PL) in Sao Paulo, Brazil, July 25, 2026. REUTERS/Jean Carniel
Brazilian Senator Flavio Bolsonaro, who is to be announced as candidate for Brazil's presidential elections, attends the national convention of the Liberal Party (PL) in Sao Paulo, Brazil, July 25, 2026. REUTERS/Jean Carniel

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O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a criticar nesta quinta-feira, 30, as investigações sobre o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Está faltando braço, faltando gente para esse pequeno grupo da Polícia Federal (PF) do Lula investigar o filho do presidente da República. Vocês já imaginavam se o filho do presidente Jair Bolsonaro fosse suspeito de receber dinheiro desviado de aposentados?”, questionou, em transmissão em seu canal no YouTube.

Mais cedo, o ministro Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça autorizou a abertura de um inquérito para apurar suspeitas de tráfico de influência no governo federal de Lulinha. Flávio, no entanto, não comentou diretamente a decisão.

Palanques estaduais

Flávio afirmou que na próxima quinta-feira, 6, fará uma live para confirmar os palanques do PL nos Estados, incluindo os apoios de partidos aliados. Segundo o senador, isso irá reduzir a confusão que há entre os eleitores.

‘Bolsonaro não tinha menor ideia de que vídeo de IA ia ser transmitido em convenção’

Flávio Bolsonaro minimizou a importância do vídeo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) feito com Inteligência Artificial (IA) e exibido na convenção nacional do PL no último sábado, 25. Segundo Flávio, não há uma definição clara do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o tema.

“É óbvio que o presidente Bolsonaro não tinha a menor ideia de que ia passar um vídeo de IA na nossa convenção. E, obviamente, que estudamos a legislação que não tem absolutamente nada de errado”, declarou.

Flávio argumentou que a resolução do TSE trata apenas sobre propaganda eleitoral, que ainda não começou oficialmente, e que não é possível controlar a tecnologia. “Como é que as plataformas vão proibir as centenas de milhares de conteúdos feitos com o IA todos os dias e filtrar o que pode e o que não pode? Isso é praticamente impossível”, falou.

Flávio disse que o vídeo deixava claro que se tratava de uma tecnologia: “Ele começa o vídeo dizendo: ‘Esse aqui não sou eu. Estou preso por uma injustiça. Esse vídeo é feito com inteligência artificial'”, contou.

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Flávio reafirmou ainda que, se eleito, classificará organizações criminosas e milícias como terroristas.