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Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (23/07) com baixa de 0,53%, aos 178.025 pontos, corrigindo parte da forte valorização anterior. No cenário externo, as tensões no Oriente Médio mantiveram o petróleo na faixa dos US$ 100 por barril, enquanto os balanços de Alphabet, Tesla e IBM pressionaram Wall Street e reforçaram a cautela dos investidores.
No Brasil, o Ibovespa recuou em movimento de realização de lucros, apesar da alta de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3; PETR4). Para os traders de mini-índice, o foco segue na geopolítica, na temporada de balanços dos EUA e no comportamento do petróleo, fatores que continuam influenciando o índice futuro.
Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice voltou a fechar no campo negativo, corrigindo parte do forte avanço registrado anteriormente. Apesar da pressão vendedora ao longo da sessão, houve reação compradora no fim do pregão, e o índice conseguiu permanecer acima das médias móveis de 9 e 21 períodos.
Para que o movimento de baixa tenha continuidade, será necessária a perda da região de 177.400/176.585 pontos. Caso esse suporte seja rompido, vejo espaço para uma intensificação do fluxo vendedor em direção a 175.955/175.115 pontos, com alvo mais longo em 174.245/173.500 pontos.
Por outro lado, uma retomada mais consistente da alta dependerá da superação da resistência em 178.075/178.705 pontos. Se houver entrada de fluxo comprador e rompimento dessa faixa, o índice poderá avançar até 179.220/179.490 pontos, tendo como objetivo mais amplo a região de 180.245/180.670 pontos.
No gráfico diário, a baixa da última sessão representa uma correção após a forte valorização recente. A estrutura, no entanto, permanece relativamente positiva, já que o mini-índice segue acima das médias móveis de 9 e 21 períodos.
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Para retomar o fluxo de alta, considero importante o rompimento da resistência em 179.220/180.670 pontos. Superada essa região, o índice poderá ganhar fôlego para buscar 183.925/186.520 pontos.
No cenário contrário, uma continuidade da correção dependerá da perda das regiões de 175.940 pontos, 173.500 pontos e 172.000 pontos. Abaixo dessa faixa, os próximos suportes aparecem em 170.210/169.090 pontos. O IFR (14) está em 54,16 pontos, em região neutra.

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WINQ26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o mini-índice encerrou a sessão no negativo, mas ainda negocia acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Essa configuração preserva a estrutura positiva, apesar da correção observada no último pregão.
Para que o movimento comprador seja retomado, acompanho o rompimento da resistência em 179.220/180.670 pontos. Caso essa faixa seja superada com aumento de volume, o índice poderá avançar em direção a 181.515/183.215 pontos, com objetivo mais longo em 183.925/185.145 pontos.
Já para ampliar o fluxo de baixa, será necessário perder o suporte em 177.400/176.585 pontos. Se essa região for rompida, o índice poderá buscar 175.780/174.245 pontos, tendo como alvos mais longos as faixas de 173.500/172.430 pontos.
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(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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