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Ibovespa Futuro sobe com alívio nas tensões entre EUA e Irã e queda do petróleo

Ministro do Irã afirmou que as negociações com os EUA poderiam ser conduzidas com base nos interesses nacionais

Felipe Moreira

(Foto: Divulgação)
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O Ibovespa Futuro opera com alta nos primeiros negócios desta segunda-feira (20), enquanto relatos de mediação no conflito entre Estados Unidos e Irã reduzem parte da pressão global e tiram força do petróleo, embora o cenário ainda siga incerto. Às 9h06 (horário de Brasília), o contrato com vencimento em agosto subia 0,11%, aos 175.205 pontos.

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Os preços do petróleo passaram a cair nesta segunda, anulando os ganhos registrados após o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, afirmar que as negociações com os EUA poderiam ser conduzidas com base nos interesses nacionais.

Falando a repórteres em uma coletiva de imprensa, Baghaei disse que intermediários continuaram a trocar mensagens com o Irã em meio à mais recente rodada de ataques dos EUA e baixas militares americanas.

O aumento dos custos dos combustíveis reacendeu as preocupações com a inflação, mesmo depois de os dados de preços ao consumidor dos EUA terem surpreendido positivamente na semana passada ao virem abaixo do esperado, levando os mercados futuros a precificar pelo menos mais uma alta de juros pelo Federal Reserve até o fim do ano.

Em Wall Street, o Dow Jones Futuro avançava 0,39%, S&P Futuro subia 0,52% e Nasdaq Futuro tinha alta de 1,05%.

Dólar, exterior e commodities

O dólar futuro operava com queda de 0,11%, aos R$ 5,124.

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam sem direção única nesta segunda, com destaque para forte queda do Kospi, da Coreia do Sul. Mais cedo, a forte queda do Kospi levou a Bolsa de Valores da Coreia a ativar um mecanismo de negociação paralela no índice, interrompendo temporariamente a negociação programada.

Os preços do petróleo opera em alta, à medida que o conflito entre os EUA e o Irã aumentou as preocupações com as interrupções no fornecimento de energia pelo Estreito de Ormuz.

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As cotações do minério de ferro na China fecharam no vermelho, com a fraqueza sazonal na demanda chinesa por aço e a redução das margens das siderúrgicas superando a oferta restrita de alguns carregamentos de qualidade inferior, após Pequim restringir as importações de certos produtos da Fortescue.

(Com Reuters)