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Ibovespa Futuro tem leve alta de olho em nova tarifa dos EUA sobre produtos do Brasil

Nova tarifa de 25% entra em vigor a partir de 22 de julho

Felipe Moreira

(Foto: Divulgação)
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O Ibovespa futuro opera em ligeira alta nos primeiros negócios desta quinta-feira (16), com investidores repercutindo o anúncio dos Estados Unidos de nova tarifa de 25% sobre produtos do Brasil. Às 9h10 (horário de Brasília), o contrato com vencimento em agosto subia 0,11%, aos 177.985 pontos.

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De acordo com o anúncio dos EUA, a nova tarifa de 25% entra em vigor a partir de 22 de julho, informou o Escritório do Representante de Comércio norte-americano, marcando a primeira medida no âmbito da nova estratégia tarifária do governo Trump, que poderá vir a afetar dezenas de países.

Produtos como carne bovina, café, terras raras, produtos energéticos, aeronaves e peças de aeronaves estariam isentos da nova tarifa.

No exterior, o foco recai sobre o setor de tecnologia, enquanto investidores lidavam ainda com novos ataques dos Estados Unidos contra o Irã.

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Dados dos EUA a serem divulgados nesta quinta também devem receber atenção depois que dados benignos de inflação levaram os investidores a reduzir a precificação de uma alta dos juros nos Estados Unidos neste mês para apenas 10%. Nas últimas semanas, essa probabilidade havia chegado a 43%.

Em Wall Street, o Dow Jones Futuro subia 0,18%, S&P Futuro recuava 0,21% e Nasdaq Futuro tinha desvalorização de 0,80%.

Dólar, exterior e commodities

O dólar futuro operava com alta de 0,20%, aos R$ 5,109.

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Os mercados da Ásia fecharam sem direção única nesta sessão, com destaque para a forte queda das bolsas sul-coreanas. Na Coreia do Sul, o índice Kospi despencou mais de 7%, enquanto o Kosdaq, que reúne empresas de menor capitalização, recuou 5%.

No Japão, o principal índice da bolsa local, o Nikkei 225, caiu 3%, enquanto o Topix registrou baixa mais moderada, de 1,19%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng contrariou o movimento negativo e avançou 1,31%. Já na China continental, o CSI 300 perdeu 0,55%. Na Austrália, o índice de referência S&P/ASX 200 também encerrou o pregão em queda, com recuo de 0,3%.

Os preços do petróleo operam em baixa, apesar da nova onda de ataques dos EUA contra instalações militares iranianas alimentar os temores de um novo conflito em grande escala e interrupções no fornecimento no Estreito de Ormuz.

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As cotações do minério de ferro na China fecharam estáveis, com investidores avaliando o aumento da oferta dos principais produtores e a desaceleração sazonal da demanda na China, em contraposição ao risco de interrupção decorrente de uma greve nas operações da BHP em Port Hedland.

(Com Reuters)