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O Ibovespa voltou a perder força e encerrou a última sessão com queda de 0,70%, aos 168.619 pontos, após oscilar entre a mínima de 168.070 pontos e a máxima de 169.812 pontos. O movimento interrompe a tentativa de recuperação observada anteriormente e reforça a tendência de baixa que se consolidou após a máxima histórica de 199.354 pontos.
Vale lembrar que o índice recentemente completou oito semanas consecutivas de perdas, algo inédito em sua história. Além disso, a perda da região dos 170 mil pontos reforçou a deterioração da estrutura técnica e mantém o mercado vulnerável a novas quedas.
Pelo gráfico diário, observo que o índice segue negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo a configuração baixista. O rompimento de suportes importantes nas últimas semanas continua favorecendo a continuidade do movimento corretivo.
O IFR (14) em 30,89 permanece próximo da região de sobrevenda, condição que pode favorecer repiques técnicos e movimentos de recuperação pontuais. No entanto, enquanto não houver retomada das médias móveis, sigo enxergando predominância do fluxo vendedor.
Para que o índice volte a construir um movimento de recuperação mais consistente, considero importante a superação das resistências em 174.200/178.340 pontos, seguida pela faixa de 181.560/187.780 pontos. Somente acima desses níveis o mercado poderá reduzir a pressão baixista e melhorar sua estrutura gráfica.
Por outro lado, a perda da região de 168.070 pontos tende a ampliar o movimento de queda, abrindo espaço para testes em 164.780/161.745 pontos, com projeção mais longa na região de 157.000 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o cenário voltou a se deteriorar. O índice encerrou a sessão abaixo das médias de 9 e 21 períodos, sinalizando retomada da pressão vendedora no curtíssimo prazo.
Para uma reação compradora, será necessário superar a faixa de resistência em 168.965/169.945 pontos. Caso isso aconteça, os próximos objetivos passam a ser 171.795/174.895 pontos, com extensão para 176.030/177.160 pontos.
Já pelo lado da baixa, a perda da importante região de 168.070/166.295 pontos poderá acelerar as vendas, levando o índice a buscar 163.570/161.745 pontos, com alvo mais longo em 160.055/159.700 pontos.
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Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (10/06) com queda de 0,82%, aos 168.750 pontos, retomando o fluxo vendedor e reforçando a tendência de baixa observada nas últimas semanas.
Na minha leitura, o mini-índice continua pressionado pela tendência baixista, negociando abaixo das principais médias móveis e sem sinais consistentes de reversão. Apesar disso, o mercado já apresenta condições de sobrevenda no gráfico diário, o que pode favorecer movimentos de recuperação técnica no curto prazo. No gráfico de 15 minutos, a disputa entre o suporte em 168.650/168.390 pontos e a resistência em 168.900/169.195 pontos deve definir o rumo dos próximos movimentos.
Já no gráfico de 60 minutos, o ativo segue abaixo das médias de curto prazo, mantendo o viés negativo.
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Os contratos de minidólar (WDON26), com vencimento em julho, encerraram a última sessão (10/06) com leve alta de 0,08%, aos 5.208 pontos.
O minidólar segue consolidado após a forte recuperação recente e encerrou o último pregão com leve valorização, mantendo-se acima das médias móveis no gráfico de 15 minutos. A estrutura de curto prazo continua construtiva, mas o mercado ainda opera em um movimento lateral, aguardando rompimento de níveis importantes. Nesse contexto, o suporte imediato está em 5.200/5.186,5 pontos, enquanto a primeira resistência relevante aparece em 5.211/5.221,5 pontos.
No gráfico de 60 minutos, o ativo também segue acima das médias móveis, mas ainda sem força suficiente para confirmar uma nova pernada de alta. A superação das resistências mais próximas será determinante para definir a continuidade do movimento comprador.
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Os contratos futuros de Bitcoin (BITM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (10/06) em queda de 0,65%, aos 319.600 pontos, mantendo o viés vendedor e a sequência de pressão observada nas últimas semanas.
Pelo gráfico diário, observo que o ativo continua apresentando fluxo vendedor predominante, mantendo a estrutura de baixa no curto prazo. O preço segue negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, com afastamento significativo dessas referências, o que reforça a força da tendência negativa. Apesar disso, o mercado já opera em níveis bastante pressionados. O IFR (14) em 27,11 permanece em região de sobrevenda, sinalizando que ainda há espaço para repiques técnicos de curto prazo, embora sem confirmação de reversão da tendência principal.
Para o próximo movimento, entendo que a perda da região de 307.240/289.980 pontos pode intensificar a pressão vendedora, abrindo espaço para quedas até 260.970/250.560, com alvo mais longo em 241.630/234.530 pontos.
Por outro lado, uma recuperação mais consistente dependerá da superação da faixa de 325.000/351.480 pontos; acima desse patamar, vejo potencial para avanço até 377.125/393.560, com projeções mais longas em 412.100/421.920 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quinta-feira (11).

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.

