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Mini-índice (WINM26): após queda de 2,57%, onde estão os próximos alvos?

Confira o que a análise técnica aponta para o mini-índice hoje (05 de junho)

Rodrigo Paz

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Os contratos de mini-índice (WINM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (03/06) com forte queda de 2,57%, aos 170.725 pontos, reforçando o domínio dos vendedores e renovando a pressão baixista observada nas últimas semanas.  O mini-índice acompanhou a forte queda do Ibovespa em um pregão marcado pelo aumento da aversão ao risco global. Novos ataques entre EUA e Irã elevaram a cautela dos investidores, enquanto bolsas internacionais recuaram e o petróleo voltou a subir.

No Brasil, a nova rodada de tarifas dos EUA e a continuidade da saída de capital estrangeiro pressionaram os ativos locais. Vale (VALE3) e os grandes bancos lideraram as perdas. Para o trader de mini-índice, o foco segue no cenário geopolítico, no fluxo estrangeiro e nos desdobramentos da política comercial dos EUA, fatores que mantêm a volatilidade elevada no curto prazo.

Análise do gráfico de 15 minutos

No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a sessão com forte movimento vendedor e permanece negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que reforça a pressão baixista para os próximos pregões.

Para que o fluxo de baixa ganhe continuidade, será necessária a perda da região de suporte em 170.640/170.470 pontos. Caso esse patamar seja rompido, o índice poderá acelerar as vendas em direção a 170.295/170.060 pontos. Em um cenário de maior pressão vendedora, os próximos objetivos passam a ser 169.700/169.145 pontos.

Por outro lado, diante do movimento esticado de queda, não descarto a possibilidade de um repique técnico. Para isso, será necessária a entrada de fluxo comprador capaz de superar a resistência em 170.945/171.295 pontos. Acima dessa faixa, o ativo poderá buscar 172.045/173.070 pontos, com alvo mais amplo em 173.760/174.650 pontos.

No gráfico diário, sigo observando uma tendência baixista. O mini-índice permanece negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo a estrutura negativa e sem sinais consistentes de reversão.

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A forte queda da última sessão reforçou esse cenário e mantém o mercado mirando níveis mais baixos. Ainda assim, o IFR (14) recuou para 29,41 pontos, entrando na região de sobrevenda. Esse indicador sugere que o mercado já apresenta um movimento bastante esticado, o que pode favorecer correções altistas ou repiques de curto prazo.

Mesmo com essa possibilidade, a tendência principal continua sendo de baixa. Para uma melhora mais consistente, será necessário superar a faixa de resistência em 174.930/176.370/177.990 pontos, abrindo espaço para movimentos em direção a 180.385/184.090 pontos. Pelo lado vendedor, a perda de 170.640/168.870 pontos pode acelerar as quedas rumo a 166.275/165.170 pontos.

Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

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WINM26: Gráfico de 60 minutos

No gráfico de 60 minutos, o cenário segue bastante fragilizado. O mini-índice encerrou a sessão abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo a estrutura de baixa e reforçando o predomínio do fluxo vendedor.

Para que a pressão negativa continue, considero importante acompanhar a região de suporte em 170.640/169.315 pontos. A perda desse intervalo poderá abrir espaço para quedas em direção a 168.870/167.620 pontos. Em um movimento mais intenso, os próximos alvos ficam em 166.840/165.810 pontos.

Por outro lado, uma recuperação dependerá da entrada de volume comprador suficiente para superar a resistência em 171.510/173.225 pontos. Caso isso aconteça, o contrato poderá avançar em direção a 174.650/175.855 pontos. Acima dessa faixa, os próximos objetivos passam a ser 176.325/177.250 pontos.

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Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

(Rodrigo Paz é analista técnico)

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