Câmara rejeita mudanças do Senado e envia MP do seguro-defeso à sanção presidencial

A medida provisória, que ​havia sido analisada na véspera pelo Senado, tenta evitar ​fraudes ao estabelecer novas condições de cadastro e identificação

Reuters

(Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados)
(Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados)

Publicidade

A ⁠Câmara dos ⁠Deputados rejeitou nesta quinta-feira as ‌alterações promovidas pelo Senado na chamada MP do ‌seguro-defeso, editada pelo governo na intenção de tornar mais rígidas as regras de concessão do benefício concedido ⁠a ‌pescadores artesanais, e ⁠o texto segue, agora, para sanção presidencial, informou a Agência Câmara de Notícias.

A medida provisória, que ​havia sido analisada na véspera pelo Senado, tenta evitar ​fraudes ao estabelecer novas condições de cadastro e identificação, disse a Agência Câmara, além de ‌autorizar a quitação ​de parcelas pendentes em 2026 caso o beneficiário se encaixe nos ⁠critérios ​exigidos ​em lei.

Ainda de acordo com a agência, ⁠as despesas ​com o benefício — R$7,9 bilhões previstos para 2026, com ​exceção de pagamentos atrasados — ficarão fora do limite ​previsto ⁠na lei que trata do seguro-defeso, ⁠que leva em conta a dotação orçamentária do ano anterior mais uma correção permitida pelo arcabouço fiscal.