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O mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (19/03) em alta de 0,57%, aos 181.995 pontos. O Ibovespa virou no fim e fechou em alta de 0,35%, aos 180.270 pontos, após forte queda ao longo do dia, em meio à volatilidade gerada pela guerra no Oriente Médio. A melhora no exterior, com recuo do petróleo e alívio nas bolsas em NY, sustentou a recuperação. No Brasil, o dólar caiu para R$ 5,21 e os juros futuros, que subiam como proteção, encerraram em baixa.
Para os traders de mini-índice, a última sessão foi de forte volatilidade e reversões, com a virada sendo puxada pelos bancos, enquanto Vale (VALE3) caiu e Petrobras (PETR3; PETR4) recuou com o petróleo. No radar, seguem o cenário externo instável, o corte de 0,25 p.p. da Selic e a dinâmica das commodities, mantendo o índice sensível no curto prazo.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão em movimento positivo, passando a negociar acima das médias de 9 e 21 períodos, o que indica melhora do fluxo comprador no curtíssimo prazo.
Para que o ativo dê continuidade à alta, será necessária a superação da faixa de resistência em 182.455/183.240 pontos. Rompendo essa região com entrada de volume, o índice pode avançar para 183.860/184.320 pontos, com alvo mais longo em 184.685/185.080 pontos.
Por outro lado, caso o mercado volte a pressionar para baixo, o ponto de atenção estará na região de suporte em 181.520/181.170 pontos. A perda dessa faixa pode reacender o fluxo vendedor, levando o contrato a buscar 180.625/179.700 pontos, com projeção mais longa em 179.260/178.560 pontos.
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No gráfico diário, observo que o mini-índice fechou a última sessão em alta, mas ainda permanece abaixo das médias móveis, o que mantém a estrutura de baixa no curto prazo. Para que o ativo consiga ganhar tração no movimento positivo, será necessário romper a faixa de resistência em183.500/185.360 pontos, abrindo espaço para 188.165/189.250 pontos.
Em contrapartida, a perda da região de suporte em177.495/176.815 pontos pode intensificar o movimento corretivo, projetando o índice para 172.940/168.190 pontos. O IFR (14) marca 41,74, em região neutra.
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WINJ26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice também encerrou a última sessão em movimento positivo, mantendo-se acima das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o cenário de recuperação no curto prazo.
Para dar continuidade à alta, o ativo precisa superar a região de resistência em 183.455/184.685 pontos. Caso haja rompimento, o índice pode avançar para 185.360/186.390 pontos, com projeções adicionais em 188.165/189.250 pontos.
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Por outro lado, se houver retomada da pressão vendedora, o suporte relevante está em 181.290/179.260 pontos. A perda dessa faixa pode levar o contrato a buscar 177.495/176.815 pontos, com alvos mais longos em 175.000/172.940 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico)
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