Muito barulho por nada: esse é o recado do Ibovespa após o primeiro desafio do dia, a decisão de taxa de juros do Federal Reserve. Como esperado, elas se mantiveram inalteradas, no mesmo patamar. O segundo desafio era a entrevista coletiva do presidente do Fed, Jerome Powell, que podia dar alguma pista sobre os próximos passos. Nada também.
Então, o Ibovespa, que vinha caminhando suave, sem pedras no percurso, fechou com alta robusta de 1,52%, aos 184.691,05 pontos, um ganho de 2.771,92 pontos, a primeira vez acima dos 184 mil.
Não há obstáculos que impeçam o livre caminhar do principal índice da Bolsa brasileira, tanto que hoje foi dia também de outro recorde: no meio da sessão, o IBOV chegou a 185.064,76 pontos, o maior patamar de todos os tempos e pela primeira vez acima dos 185 mil.
O real e o dólar comercial, porém, andaram, andaram, andaram e não saíram do lugar. Zero a zero e um dólar segue valendo R$ 5,206. Os DIs (juros futuros) terminaram pelo quinto dia seguido com baixas.
Fed no mesmo lugar e com divergências
Nos dois primeiros desafios para a Bolsa, houve pouco solavanco. O que era esperado aconteceu e bola para frente. Março está logo aí. Mas a decisão de hoje não foi unânime: duas dissidências pedindo cortes de 0,25 ponto percentual mostram que o Fed está caminhando por ruas tortuosas.
Além disso, Powell deixou algumas pulgas atrás da orelha de meio mundo. Ele disse que o núcleo do índice PCE, a inflação de consumo pessoal, provavelmente ficou em 3% no último mês do ano passado, com Powell observando que “essas leituras elevadas refletem em grande parte a inflação no setor de bens, que foi impulsionada pelos efeitos das tarifas. Em contrapartida, a desinflação parece continuar no setor de serviços”. A meta do Fed é de inflação a 2%.
Powell revelou muito pouco. Se esquivou mais do que respondeu. É fim de feira, já que seu mandado como chefe do banco central termina em maio.
“Na coletiva de imprensa, Powell reforçou a saúde do mercado de trabalho e da economia, que provavelmente foi um dos fatores mais relevantes para a opção pela estabilidade da taxa de juros, junto com riscos considerados assimétricos para cima sobre os preços de serviços. A postura de ‘data dependent’ foi mantida, com ênfase no compromisso com o duplo mandato da instituição. Novamente, ele descreveu ações do governo como ‘tentativa de intimidação’ para baixar juros, defendendo decisões baseadas em dados econômicos, não preferências presidenciais”, resumiu Paula Zogbi estrategista-chefe da Nomad.
Bolsas e Copom
Assim, o ouro fechou com novo recorde e a prata subiu 7%. As Bolsas europeias, que encerraram antes da decisão do Fed, caíram, como a prudência exige. Os principais índices nos EUA terminaram sem forças, com os investidores tentando digerir os acontecimentos de hoje e já projetando o próximo desafio: os balanços do 4T25 das big techs, que começam a aparecer hoje.
No Brasil, há mais obstáculos. O próximo é o Copom, que divulga a nova Selic assim que o mercado fechar hoje. Reações acontecerão nesta quinta-feira, mas a expectativa é de manutenção em 15%, de modo que o desafio mesmo será entender o que a autoridade monetária brasileira indicará no comunicado da decisão.
Vale e Petrobras disparam
Mas aqui não houve cautela, o espírito é comprador e o Ibovespa segue batendo seus recordes. Muito porque Vale (VALE3) avançou largos 2,44%, após relatório de produção trimestral divulgado ontem e considerado “sólido”. A mineradora voltou a ser a maior produtora mundial de minério de ferro.
A Petrobras (PETR4) disparou 3,35%, em dia de mais ganhos do petróleo internacional e de nova ameaça do governo dos EUA ao Irã. As petro juniores também fecharam com amplos ganhos, como mostra a alta de 3,04% de PRIO (PRIO3).
Os grandes bancos ficaram com fortes altas mais uma vez, em especial Itaú Unibanco (ITUB4), com 2,25%, e BB (BBAS3), com mais 2,88%.
O varejo igualmente deu sua contribuição, diante de juros futuros mais baixos, com C&A (CEAB3) liderando as negociações e a alta de 8,60%.
A nota negativa ficou com Embraer (EMBJ3), que desceu 3,53%, após divulgar seus números operacionais do 4T25, mesmo com novo recorde.
A quinta-feira será dia de repercutir a decisão de logo mais do Banco Central, mas há também dados de emprego – é dia de Caged. O Ibovespa já mostrou que não há obstáculo que o segure, mas o dia será cheio, então cada sessão é mesmo uma sessão. (Fernando Augusto Lopes)
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Ibovespa: VALE3 é novamente a ação mais negociada do dia; confira a lista
| Negócios | Dia (%) | |
| VALE3 | 64.400 | 2,44 |
| PETR4 | 58.846 | 3,35 |
| B3SA3 | 56.872 | 2,17 |
| ITUB4 | 53.098 | 2,25 |
| AXIA3 | 50.416 | 2,95 |
Ibovespa: RAIZ4 é a maior alta do dia, com 20%; confira as demais
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| RAIZ4 | 20,00 | 1,08 |
| CEAB3 | 8,60 | 12,50 |
| USIM5 | 6,57 | 6,97 |
| MGLU3 | 4,56 | 10,08 |
| IRBR3 | 4,44 | 60,19 |
Ibovespa: maior baixa do dia é de EMBJ3; veja a lista
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| EMBJ3 | -3,53 | 99,77 |
| CPFE3 | -2,84 | 53,05 |
| MBRF3 | -2,51 | 19,03 |
| BRKM5 | -2,41 | 9,71 |
| WEGE3 | -2,14 | 51,57 |
Copom: votação foi unânime
Copom: compromisso com a meta impõe serenidade quanto ao ritmo e à magnitude do ciclo, que dependerão da evolução de fatores que permitam maior confiança no atingimento da meta para a inflação no horizonte relevante
Copom: Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião, porém reforça que manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta
Copom: em ambiente de inflação menor e transmissão da política monetária mais evidentes, a estratégia envolve calibração do nível de juros
Copom: Comitê avalia que a estratégia em curso tem se mostrado adequada para assegurar a convergência da inflação à meta
Copom: cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária
Copom: sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego
Copom: decisão é por entender que é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante
Copom: cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho
Copom: Comitê segue acompanhando como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza
Copom: Comitê segue acompanhando os impactos do contexto geopolítico na inflação brasileira
Copom: riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, seguem mais elevados do que o usual
“Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada”, descreve o comunicado. “Entre os riscos de baixa, ressaltam-se uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários”.
Copom: projeção de inflação do Copom para o terceiro trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,2 % no cenário de referência
Copom expectativas de inflação para 2026 e 2027 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta
Copom: no cenário doméstico, conjunto dos indicadores segue apresentando, conforme esperado, trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, enquanto o mercado de trabalho ainda mostra sinais de resiliência
“Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes seguiram apresentando arrefecimento, mas mantiveram-se acima da meta para a inflação”, diz o comunicado.
Copom: ambiente externo ainda se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos EUA, com reflexos nas condições financeiras globais
“Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica”, diz o comunicado do Banco Central.
URGENTE! Banco Central decide manter Selic em 15% ao ano, como amplamente esperado
Minidólar com vencimento em fevereiro (WDOG26) termina com alta de 0,26%, a 5.197,00
Mini-índice com vencimento em fevereiro de 2026 (WING26) fecha com mais 1,71%, aos 186.220 pontos
Bitcoin Futuro (BITFUT) fecha com mais 0,20%, aos 463.580,00
Dólar Futuro (DOLFUT) termina com alta de 0,27%, aos 5.197,50
Ibovespa Futuro (INDFUT) fecha com alta de 1,78%, aos 186.200 pontos
Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com avanço de 1,40%, aos 2.594,49 pontos
Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,03%, aos 24.985,98 pontos
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,22%, aos 3.848,56 pontos
Ibovespa fecha com alta de 1,52%, aos 184.691,05 pontos, maior patamar de fechamento da história
- Máxima: 185.064,76 (máxima histórica)
- Mínima: 181.920,63
- Diferença para a abertura: +2.771,92 pontos
- Volume: R$ 33,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (26): -0,08%
- Terça-feira (27): +1,79%
- Quarta-feira (28): +1,52%
- Semana: +3,26%
- Janeiro: +14,63%
- 1T26: +14,63%
- 2026: +14,63%
Principais índices em Nova York fecham dia de forma mista e sem forças
Investidores em Wall Street pouco se movimentaram após o Federal Reserve manter as taxas de juros inalteradas e não indicar cortes na próxima reunião. “Eu acho, e muitos dos meus colegas também, que é difícil analisar os dados recentes e afirmar que a política monetária está significativamente restritiva neste momento”, disse o presidente do Fed, Jerome Powell, durante sua coletiva de imprensa. Com base nessa análise, Jed Ellerbroek, da Argent Capital Management, previu à CNBC que o banco central manterá suas taxas de juros inalteradas até o final do mandato de Powell, em maio. “Há uma certa tensão entre a inflação um pouco acima do desejado e o aumento do desemprego, então eles estão em uma posição relativamente neutra e confortáveis em permanecer assim até que os dados mudem e os forcem a tomar uma posição”, disse o gestor de portfólio. “Agora a decisão está nas mãos do presidente Trump, pois ele indicará o novo presidente do Fed”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 0,02 | 49.015,60 |
| S&P 500 | -0,01 | 6.978,04 |
| Nasdaq | 0,17 | 23.857,45 |
DIs: juros futuros terminam dia com novas quedas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,515 | -0,060 |
| DI1F28 | 12,780 | -0,075 |
| DI1F29 | 12,785 | -0,065 |
| DI1F31 | 13,085 | -0,060 |
| DI1F32 | 13,195 | -0,070 |
| DI1F33 | 13,265 | -0,055 |
| DI1F35 | 13,315 | -0,050 |
Ibovespa fecha, preliminarmente, com alta de 1,46%, aos 184.583,97 pontos
Entre as small caps, nos minutos finais, CEAB3 é a maior alta, com mais 9,30%, seguida de LIGT3, com mais 8,22%
Entre as small caps, nos minutos finais, MLAS3 é a maior queda, com menos 4,83%, seguida de RCSL3, com menos 4,43%
MGLU3 decola no final da tarde e atinge máxima do dia a +4,15%
Vale (VALE3) volta a subir e alcança +2,38%
ASAI3 sobe 3,46% e puxa supermercadistas para cima; PCAR3 ganha 0,53% e GMAT3 avança 0,60%
Ibovespa sobe 1,15% e volta aos 184 mil pontos, agora com 184.011
PRIO3 tem forte alta de 2,94%, a R$ 50,45
Termina coletiva de imprensa de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve
Powell/Fed: precisamos manter o olho na inflação
Powell/Fed: atento sobre a alta produtividade podendo alterar a visão que temos sobre inflação
MBRF3 despenca a -2,20% e pesa resultados dos frigoríficos
Powell/Fed: expectativas de inflação mostram que temos credibilidade
Powell/Fed: não há muito o que tirar dos aumentos do ouro
Varejo em alta: LREN3, +2,17%; MGLU3, +1,87%; BHIA3, +0,30%
Powell/Fed: não se meta em política (quando pediram algum conselho ao seu sucessor)
Powell/Fed: estamos divididos entre um sólido crescimento da economia e uma fraqueza no mercado de trabalho, o que pode ser explicado pelo aumento da produtividade
Powell/Fed: PIB do trimestre pode ser irregular, é preciso ver ao longo do ano
Powell/Fed: muito risco geopolítico em torno dos preços de energia, mas até agora não mudou muito
Powell/Fed: até aqui tem enfrentado bem as grandes mudanças na política comercial
Dólar comercial fecha estável, em meio a decisões de taxas de juros nos EUA e Brasil
O dólar comercial estabiliza diante do real, após dois dias de baixas. O movimento vai na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,33%, aos 96,54 pontos.
- Venda: R$ 5,206
- Compra: R$ 5,205
- Mínima: R$ 5,172
- Máxima: R$ 5,225
Powell/Fed: melhor coisa que podemos fazer é trazer a inflação para baixo
EcoRodovias (ECOR3) sobe 0,59%, a R$ 17,11
Powell/Fed: gasto dos consumidores no geral estão bons
Powell/Fed: mercado de trabalho desacelerou
Powell/Fed: não acho que vamos perder nossa independência e nem que já perdemos
Powell/Fed: nós fizemos a coisa certa
Powell/Fed: aumento das taxas não é o caso-base de nenhum de nós
Powell/Fed: um mercado de trabalho mais fraco pede cortes (nas taxas), mas um mercado de trabalho forte, não
Powell/Fed: infinitas combinações de dados de inflação e mercado de trabalho poderiam fazer nos mover na política monetária
Vivara (VIVA3) perde força e recua 1,99%
Powell/Fed: não estou julgando qual risco está maior que outro, só que os dois diminuíram
Powell/Fed: expectativas de inflação de longo prazo mostram confiança de retorno aos 2%
Powell/Fed: expectativas de inflação de curto prazo recuaram e isso é bastante reconfortante
Powell/Fed: é difícil dizer se empregos e inflação estão com riscos equilibrados
Powell declina de comentar sobre o trabalho com o próximo presidente do Fed
Powell/Fed: se a gente presenciar isso, podemos afrouxar a política monetária
Powell/Fed: é esperado um efeito das tarifas com pico este ano e logo recuando ainda este ano
Powell/Fed: há um desenvolvimento saudável da inbflação
Powell/Fed: núcleo do PCE sem os efeitos das tarifas está rondado um pouco acima dos 2%
Principais índices de Nova York voltam a subir após decisão do Fed
- Dow Jones: +0,06%
- S&P 500: +0,02%
- Nasdaq: +0,31%
Powell/Fed: tarifas ainda são esperadas para incrementar o preço de uma vez só
Powell/Fed: riscos para os dois lados dos mandatos diminuíram, as divergências no Comitê é sóbre como pesar esses riscos
Powell/Fed: temos um pouco de tensão entre emprego e inflação, mas não tanto quanto antes
Powell/Fed: não estou tentando indicar quando haverá um corte
Powell/Fed: estamos bem posicionados para ver como a economia responde, vamos deixar os dados falarem
Powell/Fed: amplo apoio por manter a taxa hoje
Petróleo: Brent com vencimento em março fecha dia com alta de 1,23%, a US$ 68,40
Powell/Fed: política pode estar perto do neutro, um pouco restritiva
Powell/Fed: acho difícil analisar os dados recebidos e afirmar que nossa política é significantemente restritiva
Powell/Fed: vamos esperar os dados clarearem o caminho para nós
Petróleo recupera força e sobe acima dos 2%: PETR3, +2,13%; PETR4, +2,74%
Powell/Fed: não há decisão alguma sobre reuniões futuras
Powell/Fed: vamos continuar fazendo decisões reunião a reunião
Powell/Fed: inflação se comportou como esperado
Powell também não comenta sobre o estado atual do dólar
Powell não responde sobre planos para depois de deixar a presidência do Fed
Powell/Fed: não vou comentar sobre o Departamento de Justiça
Powell/Fed: distorções nos dados já não são vistas
Powell/Fed: desinflação parece continuar no setor de serviços
Powell/Fed: núcleo da inflação PCE deve ter subido a 3% em dezembro
VIX: índice de volatilidade nos EUA desacelera e sobe 0,92%, aos 16,50 pontos, após decisão do Fed
Powell/Fed: crescimento lento da criação de empregos reflete declínio na força de trabalho, embora a procura por trabalhadores tenha diminuído também
Powell/Fed: mercado de trabalho pode estar estabilizado
Powell/Fed: efeitos da paralisação do governo devem ser revertidos neste trimestre
Powell/Fed: atual política monetária promove progresso nos dois mandatos
Powell/Fed: atual ponto da política monetária é apropriado
Petróleo: WTI com vencimento em março fecha dia com alta de 1,31%, a US$ 63,21
Powell/Fed: economia está em ritmo firme
Começa coletiva de imprensa de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve
Mercado Livre (MELI34) avança a passos lento com +0,06%
Vale (VALE3) desacelera, mas mantém alta acima dos 2%: +2,10%, a R$ 86,68
Decisão do Fed: foco passa a ser em Powell e na política, diz estrategista
Gustavo Cruz, estrategista-chefe da RB Investimentos, lembra que a decisão de manter os juros era amplamente esperada pelo mercado, que segue atento às próximas reuniões. “Agora, a atenção se volta para a fala do presidente do Fed, Jerome Powell. Se ele reforçar o discurso tradicional de cautela, com foco na inflação e na análise ‘dado a dado’, a leitura do mercado tende a permanecer a mesma: a taxa deve continuar inalterada também na reunião de março. O grande fator de mudança ao longo do ano, no entanto, deve vir da política. A nomeação do próximo presidente do Federal Reserve tende a alterar a dinâmica da condução da política monetária, concentrando as expectativas principalmente no segundo semestre. A partir daí, o novo dirigente pode adotar uma postura mais firme em favor de cortes de juros, em linha com os interesses do presidente Donald Trump”.
Principais índices em Nova York seguem mistos e sem força após Fed; veja o cenário atual
Investidores agora aguardam as falas do presidente do Fed, Jerome Powell, para conseguir alguma pista dos próximos passos da instituição.
- Dow Jones: -0,04% (antes do Fed: -0,10%)
- S&P 500: -0,12% (antes do Fed: -0,07%)
- Nasdaq: +0,09% (antes do Fed: +0,21%)
Embraer (EMBJ3) recua mais e fica abaixo dos R$ 100: -3,49%, a R$ 99,81
Treasuries nos EUA quase não se mexem após decisão do Fed; confira como evoluíram os vencimentos mais observados
- Título de 2 anos: +0,018 pp, a 3,587% (antes do Fed: +0,018 pp, a 3,587%)
- Título de 10 anos: +0,042 pp, a 4,265% (antes do Fed: +0,040 pp, a 4,263%)
VIX: índice de volatilidade nos EUA passa a subir 1,10%, aos 16,53 pontos, após decisão do Fed; antes, subia 2,39%, aos 16,74 pontos
BBDC4 cai 0,23%, mas grandes bancos seguem em alta: BBAS3, +1,66%; ITUB4, +1,61%; SANB11, +1,23%
EM INSTANTES! Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, dá entrevista coletiva sobre a decisão de taxa de juros
Entrevista começa às 16h30, horário de Brasília.
Fed: votação não foi unânime, com diretores Miran, indicado por Trump, e Waller, cotado para ser o novo chair, votando a favor de um corte de 0,25 pp
Fed reafirma declaração sobre metas de longo prazo e estratégica de política monetária
Fed: incertezas sobre as projeções econômicas se mantêm elevadas
Fed: comitê não vê mais riscos de baixa para o mercado de trabalho
Ibovespa desacelera mais e avança 0,54%, com 182.895 pontos
Fed: taxa de desemprego mostrou algum sinal de estabilização e criação de empregos segue baixa
Fed: inflação se mantém elevada
URGENTE! Federal reserve decide manter taxa de juros inalterada no intervalo 3,50%-3,75%, como esperado
Principais índices em Nova York operam mistos antes do Fed; veja o cenário atual
- Dow Jones: -0,10%
- S&P 500: -0,07%
- Nasdaq: +0,21%
Treasuries nos EUA avançam antes do Fed por toda a curva; confira os vencimentos mais observados
- Título de 2 anos: +0,018 pp, a 3,587%
- Título de 10 anos: +0,040 pp, a 4,263%
DXY: índice dólar sobe 0,43%, aos 96,63 pontos, antes do Fed
Petróleo mantém alta: PETR3, +1,93%; PETR4, +2,68%
VIX: índice de volatilidade nos EUA sobe 2,39%, aos 16,74 pontos, antes da decisão de taxa de juros pelo Federal Reserve
O Fed divulga sua decisão em instantes, às 16h, Horário de Brasília.
Dólar comercial renova máxima do dia, com mais 0,26%, a R$ 5,220
Ceron: este ano, o Tesouro vai lançar plataforma do Tesouro Direto com funcionamento 24 horas
Ceron: emissões no mercado norte-americano serão mais intensas este ano, tanto em frequência quanto em volume
Ceron: preparamos um colchão robusto para o ano eleitoral e para vencimentos relevantes em 2027, sem piora na composição da dívida pública
Rogério Ceron é secretário do Tesouro Nacional.
Suzano (SUZB3) eleva preços da celulose em todos os mercados em fevereiro
A Suzano (SUZB3) anunciou hoje reajuste nos preços de celulose vendida na Ásia, Europa e América do Norte, mantendo movimento de incremento nos preços iniciado nos últimos meses do ano passado. A companhia vai elevar o preço da tonelada de celulose de eucalipto na China e demais países da Ásia em US$ 10, informou a maior produtora mundial do insumo usado na produção de papel. Para Europa e América do Norte, o reajuste será de US$ 30, o que levará o preço de referência nos países europeus para US$1.280 a tonelada. (Reuters)
Varejo: CEAB3 dispara 7,38%, enquanto LREN3 ganha 1,64% e MGLU3 sobe 1,76%
Embraer (EMBJ3) é a maior baixa do Ibovespa nesta tarde, com 3,96%, seguida de WEG (WEGE3), com menos 3,64%
Ibovespa Futuro (INDFUT) agora sobe 0,92%, aos 184,625 pontos
Brasil deve ter o maior déficit fiscal na América Latina em 2026, diz chefe da Fitch
Ainda assim, a profissional menciona que a inflação no Brasil tem cedido e o crescimento econômico, aumentado.
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) avança agora 0,14%, aos 3.845,41 pontos, em nova máxima do dia
Setor de papel e celulose em alta: KLBN11, +0,62%; RANI3, +0,75%; SUZB3, +1,17%
Dólar comercial, em dia de oscilação, volta ao positivo, com mais 0,07%, a R$ 5,209 na venda
Russell 2000: índice de small caps nos EUA cua 0,47%, em dia de oscilação
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) avança 0,13%, aos 3.845,12 pontos, nova máxima do dia
Frigoríficos seguem em direções opostas: BEEF3 tem mais 1,14% e MBRF3 desce 1,08%
Lula deve enviar indicação de Messias ao Senado assim que Congresso voltar do recesso
Trâmite foi adiado no ano passado diante das resistências de Alcolumbre, presidente do Senado.
Dólar comercial opera com baixa de 0,07%, a R$ 5,203 na venda, depois de chegar a virar para alta, no comecinho da tarde
A mínima do dia está em R$ 5,172, enquanto a máxima foi a R$ 5,217.
Futuros de gás natural recuam 2,36% na NYMEX; contratos ainda são para fevereiro
Ibovespa desacelera e cresce a menos de 1%: +0,87%, com 183.494 pontos
MGLU3 mantém alta firme com 1,87%
BHIA3 cai 0,30% e bate mínima do dia, a R$ 3,31
Setor de educação no vermelho: ANIM3, -0,19%; COGN3, -0,22%; CSED3, -1,25%
BBDC4 desliza e vai para o vermelho com queda de 0,05%
TEND3 decola entre as construtoras com +5,40%; EZTC3 avança 1,44% e DIRR3 sobe 0,57%
PCAR3 vai na contramão e tem baixa de 0,26% em dia positivo para supermercadistas
Frigoríficos com resultados mistos: BEEF, +1,30%; MBRF3, -0,41%
CVC (CVCB3) tropeça e bate mínima do dia com -0,39%, a R$ 2,64
AURA33 avança com força com +4,40%, a R$ 124,75
Destaque no varejo: CEAB3 salta 7,56% hoje, a R$ 12,38
Axia Energia com altas fortes: AXIA3, +2,13%; AXIA6, +1,40%
Principais índices em Nova York perdem força no início da tarde
- Dow Jones: +0,08%
- S&P 500: +0,01%
- Nasdaq: +0,06%
Ibovespa mantém ritmo abaixo dos 184 mil pontos: +1,10%, com 183.918 pontos
Embraer (EMBJ3) perde força e cai 2,61%
Petrobras desacelera, mas mantém alta: +1,93% (PETR3) e +2,57% (PETR4)
Banco Central informa a PTAX de fechamento com compra a R$ 5,1832 e venda a R$ 5,1838
| COMPRA | VENDA | |
| Ontem | 5,2386 | 5,2392 |
| 1ª parcial | 5,1718 | 5,1724 |
| 2ª parcial | 5,1758 | 5,1764 |
| 3ª parcial | 5,1836 | 5,1842 |
| 4ª parcial | 5,2016 | 5,2022 |
Usiminas (USIM5) dispara entre os melhores resultados do dia com +8,41%
Vale (VALE3) desacelera, mas mantém alta consistente a 1,79%
RAIZ4 decola a +20,00% e chega a R$ 1,08 na máxima do dia
Hapvida (HAPV3) perde força e recua 0,65%
Grandes bancos sustentam altas: BBAS3, +2,19%; BBDC4, +0,14%; ITUB4, +1,85%; SANB11, +1,34%
Spotify diz ter feito pagamento recorde de mais de US$ 11 bi para indústria musical em 2025
Esse foi o maior pagamento anual à música feito por uma varejista na história. A plataforma de streaming sueca afirmou em uma postagem no blogue que seus pagamentos em 2025 cresceram mais de 10% em relação ao ano anterior, com artistas e gravadoras independentes representando metade de todos os royalties. A empresa tem priorizado a retenção e a atração de novos artistas para a plataforma, visto que enfrenta forte concorrência de outros grandes players como o YouTube e a Apple no mercado de streaming de música. Em outubro, o YouTube afirmou ter pago mais de US$ 8 bilhões à indústria musical nos 12 meses entre julho de 2024 e junho de 2025. “Como o Spotify repassa dois terços de toda a receita musical para a indústria – quase 70% do que arrecadamos – à medida que as receitas do Spotify crescem, os pagamentos à indústria musical também aumentam”, diz o blogue. A empresa reinveste o dinheiro que retém na plataforma, segundo ela, buscando expandir diversos formatos de conteúdo, como podcasts, vídeos e audiolivros. O Spotify aumentou recentemente os preços de seus planos de assinatura premium em diversos mercados para impulsionar os lucros e aproveitar sua grande base de usuários para fomentar o crescimento. Contava com 713 milhões de usuários ativos mensais no final do terceiro trimestre. (Reuters)
Ibovespa diminui ainda mais o ritmo de alta, agora para 0,84%, aos 183.454,43 pontos
EUA: estoques de gasolina sobem 223 mil esta semana
Há uma semana, os estoques ficaram em mais 5,977 milhões. A produção de gasolina, que caiu 246 mil semana passada, agora sobe 791 mil. Os estoques de óleo para aquecimento subiram 26 mil, ante alta de 279 mil semana passada.
EUA: estoques de petróleo bruto recuam 2,295 milhões esta semana
A expectativa era por uma leitura de baixa de 200 mil barris. Há uma semana, subiram 3,602 milhões. Os estoques de petróleo em Cushing caíram 278 mil, ante mais 1,478 milhão há uma semana. As importações de petróleo bruto caíram 1,706 milhão, enquanto caíram 27 mil na semana passada.
Ibovespa: RAIZ4 é a maior alta do dia até aqui; confira a lista
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| RAIZ4 | 16,67 | 1,05 |
| CEAB3 | 8,34 | 12,47 |
| USIM5 | 7,95 | 7,06 |
| CSNA3 | 4,31 | 11,13 |
| IRBR3 | 3,47 | 59,63 |
Ibovespa: EMBJ3 é a maior queda do dia até aqui; veja as demais
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| EMBJ3 | -4,48 | 98,79 |
| CPFE3 | -2,34 | 53,32 |
| BRKM5 | -2,01 | 9,75 |
| CURY3 | -1,10 | 35,06 |
| WEGE3 | -1,06 | 52,14 |
Ratinho Jr. afasta prévias no PSD e diz que escolha do candidato será negociada
Governador do Paraná afirma que partido prioriza projeto político e diálogo interno após janela de desincompatibilização.
Banco Central informa terceira parcial PTAX com compra a R$ 5,1836 e venda a R$ 5,1842
Ibovespa diminui ritmo de alta para mais 1,22%, aos 184.142,46 pontos; na máxima, chegou a 185.064,76 pontos
Termina fala do presidente Lula na Sessão inaugural do Fórum Econômico Internacional da América Latina, na Cidade do Panamá
Lula: sozinhos não vamos resolver nossos problemas em cada país da América Latina
Lula: terras raras só fazem sentido para gerar riquezas e empregos nos nossos países
Canadá: banco central decide manter taxa de juros em 2,25% ao ano, como esperado
Lula: a integração regional pode e deve vir da nossa capacidade de viver com as diferenças
Lula: para o Brasil, a única guerra que precisamos travar é contra a fome e a desigualdade
Lula: investidas neocoloniais em busca de recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos
Lula: vamos ampliar acordos comerciais com a Índia e o México
Lula: respondemos às práticas protecionistas com firmeza, diálogo e apoio às nossas empresas
Lula: estabilidade social é essencial para criar um ambiente ideal para os negócios
Lula: estabilidade fiscal, política e jurídica no Brasil tem sido reconhecida em todo o mundo
Lula: integração requer mais recursos e cooperação
Lula: integração e infraestrutura não têm ideologia, por isso o Brasil defende a neutralidade do Canal do Panamá, administrado de forma segura há quase três décadas
Lula: vamos atualizar os acordos do Mercosul com a Colômbia e o Equador
Presidente da República fala na Sessão inaugural do Fórum Econômico Internacional da América Latina.
Dólar comercial diminui ritmo de queda para menos 0,18%, a R$ 5,197 na venda
185 MIL PONTOS! Ibovespa agora sobe 1,73%, aos 185.064,76 pontos, maior patamar de todos os tempos
Alemanha reduz projeção de crescimento em 2026 e 2027 devido a aumento da incerteza
A previsão de crescimento para 2026 passou de 1,3% para 1,0%, conforme noticiado pela Reuters na semana passada. O novo valor ainda é significativamente superior à expansão de 0,2% registrada em 2025, que se seguiu a dois anos consecutivos de contração. “A recuperação cíclica está sendo sustentada por um impulso interno mais forte, enquanto os obstáculos externos estão diminuindo um pouco”, afirmou o Ministério da Economia em seu relatório econômico anual, publicado hoje. De acordo com as novas projeções, o crescimento do PIB em 2027 deverá ser de 1,3%, abaixo do 1,4% previsto anteriormente. Embora o parlamento alemão tenha aprovado em março um fundo especial histórico de 500 bilhões de euros para infraestrutura, até o final do ano apenas 24 bilhões de euros haviam sido investidos, o que reflete a lentidão na tomada de decisões no sistema federal da Alemanha. Economistas e grupos empresariais alertam que o pacote fiscal por si só não será suficiente para gerar crescimento sustentável e pedem reformas estruturais mais ousadas. (Reuters)
Banco Central informa segunda parcial PTAX com compra a R$ 5,1758 e venda a R$ 5,1764
Embraer (EMBJ3): mais um recorde na carteira de pedidos, mais um recorde para as ações?
Embraer divulgou nesta terça-feira (27) um backlog (carteira de pedidos firmes ainda não entregues) recorde de US$ 31,6 bilhões no 4T25,
Vale (VALE3) na máxima do dia, com mais 1,94%, a R$ 86,55
VIX: índice de volatilidade nos EUA avança 0,43%, aos 16,42 pontos
Principais índices em Nova York abrem dia com leves ganhos
Investidores em Wall Street continuam cautelosos antes da decisão sobre taxas de juros pelo Federal Reserve hoje, que divulga às 16h (Horário de Brasília). “A atual perspectiva econômica dos EUA permanece positiva, com crescimento contínuo e um mercado de trabalho que, embora um tanto fraco, se estabilizou. A inflação continua acima da meta do Fed, o que justifica poucos cortes imediatos nas taxas de juros”, disse à CNBC Christian Hantel, gestor de portfólio da Vontobel Asset Management. “Os investidores devem observar as reuniões do FOMC de março e junho como potenciais oportunidades para ajustes na política monetária, embora estes possam ser adiados para o segundo semestre de 2026, caso as condições o justifiquem”, acrescentou Hantel. “Todos os olhares estarão voltados para o presidente Jerome Powell, em busca de quaisquer sinais sobre a abertura do Fed a novas medidas de flexibilização, mas, por ora, a abordagem cautelosa do banco central, reunião por reunião, parece destinada a continuar”.
- Dow Jones: +0,15%
- S&P 500: +0,29%
- Nasdaq: +0,62%
Dólar comercial recua 0,46%, a R$ 5,182 na venda
A mínima do dia está em R$ 5,172, enquanto a máxima bateu em R$ 5,203.
Renda fixa hoje: CDB paga até 105% do CDI; veja mais taxas nesta quarta (28) na XP
Lula encontra presidente eleito do Chile para aprofundamento das relações bilaterais
Os dois líderes falaram também sobre reforçar a segurança pública e ações conjuntas de combate ao crime organizado.
Ibovespa se estabiliza com alta na faixa dos 1,10%; no momento, mais 1,04%, aos 183.819,04 pontos
B3 (B3SA3), que começou dia no vermelho, agora acelera no positivo, com mais 1,61%, a R$ 16,42, máxima do dia
Ministro chinês diz que China e União Europeia são parceiras, não rivais
O ministro das Relações Exteriores chinês afirmou, em um telefonema com o assessor diplomático do presidente francês nesta quarta-feira, que a China e a União Europeia são parceiras, e não rivais, informou a agência de notícias estatal chinesa Xinhua. Segundo a reportagem, a China e a UE têm posições iguais ou semelhantes em questões como a promoção da multipolaridade no mundo e são capazes de resolver disputas comerciais por meio do diálogo. (Reuters)
Petro juniores estão acima de 2%: PRIO3, +2,92%; RECV3, +2,77%; BRAV3, +2,19%
Axia Energia volta ao positivo e acelera: +1,30% (AXIA3) e +1,00% (AXIA6)
Petrobras com ganhos acima de 2%: +2,08% (PETR3) e +2,46% (PETR4)
PoderData: Lula chega a 2026 com desaprovação de 57% e imagem pior que a do governo
Levantamento mostra deterioração contínua da avaliação pessoal do presidente, enquanto o governo mantém desempenho relativamente melhor.
EUA alertam Delcy Rodríguez sobre risco de queda e condicionam apoio a petróleo
Em depoimento ao Senado, Marco Rubio diz que líder interina da Venezuela pode ter destino semelhante ao de Maduro e reforça pressão por cooperação com Washington.
NÃO PERCA A CONTA: MAIS UM RECORDE! Ibovespa tem mais 1,41%, aos 184.483,46 pontos, maior patamar da história
Ibovespa tem nova máxima histórica, com mais 1,36%, aos 184.406,75 pontos
VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira abrem com alta de 0,66%, aos 22,75 pontos
IBOVESPA TEM NOVA MÁXIMA HISTÓRICA! Agora, com alta de 1,27%, chega aos inéditos 184.221,65 ponts
NINGUÉM SEGURA! O Ibovespa renova máxima história e passa dos 184 mil pela primeira vez, com alta de 1,16%, aos 184.029,82 pontos
ACELERANDO AINDA MAIS! Ibovespa continua renovando máximas históricas e agora tem mais 1,11%, aos 183.932,30 pontos
NOVO RECORDE! Ibovespa não para de subir e agora tem mais 1,05%, aos 183.834,38 pontos, nova máxima histórica
IMPARÁVEL! Ibovespa agora sobe 0,97%, aos 183.680,91 pontos, nova máxima histórica
MAIS UMA MÁXIMA! Ibovespa agora sobe 0,94%, aos 183.622,79 pontos, maior nível de todos os tempos
NOVA MÁXIMA HISTÓRICA! Ibovespa atinge os 183.424,78 pontos, alta de 0,83%, nova máxima de todos os tempos
NOVO RECORDE! Ibovespa sobe agora 0,81%, aos 183.395,20 pontos, maior patamar da história
Índice de Small Caps (SMLL) renova máxima do dia, com mais 1,37%, aos 2.593,72 pontos
Ibovespa renova máxima do dia, com mais 0,76%, aos 183.302,00 pontos
Varejistas nesta abertura: AMER3, +1,42%; AZZA3, +0,30%; AUAU3, -0,30%; BHIA3, +0,90%; CEAB3, +5,21%; LREN3, +1,64%; MGLU3, +1,45%; VIVA3, +0,14%
Aéreas abrem com leves altas: AZUL53 sobe 0,28%, a R$ 10,88; e GOLL54 ganha 0,49%, a R$ 10,35
Axia Energia: ações viram para quedas de -0,07% (AXIA3) e -0,33% (AXIA6)
Supermercadistas começam sem forças: ASAI3, +0,69%; GMAT3, +0,20%; PCAR3, estável
Frigoríficos iniciam a quarta-feira com altas: BEEF3 sobe 0,98% e MBRF3 avança 0,72%
Grandes bancos começam no azul, com exceção de SANB11, que tem baixa de 0,03%: BBAS3, +0,36%; BBDC4, +0,51%; ITUB4, +1,19%
B3 (B3SA3) começa pregão com baixa de 0,31%, a R$ 16,11
Petrobras inicia a quarta-feira com ganhos de 1,31% (PETR3) e 1,58% (PETR4)
Dólar comercial renova mínima do dia, com menos 0,64%, a R$ 5,172
Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,1718 e venda a R$ 5,1724
Ibovespa sai dos leilões com alta de 0,63%, aos 183.067,18 pontos
Hapvida (HAPV3) inicia dia com mais 0,36%, a R$ 13,92
Siderúrgicas começam sessão no azul: CSNA3, +1,50%; GGBR4, +1,15%; GOAU4, +0,77%; USIM5, +3,21%
Petro juniores abrem em alta: PRIO3, +0,43%; RECV3, +0,18%; BRAV3, +1,20%
Embraer (EMBJ3) começa dia com mais 0,88%, a R$ 104,33, após relatório operacional do 4T25
Vale (VALE3) começa dia com ganhos de 0,34%, a R$ 85,19, após relatório de produção do 4T25
Axia Energia abre dia com altas de 0,56% (AXIA3) e 0,24% (AXIA6)
Dólar comercial renova mínima do dia, com baixa de 0,55%, a R$ 5,177
Ibovespa abre, preliminarmente, com alta de 0,01%, aos 181.944,41 pontos
Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com alta de 0,01%, aos 2.559,09 pontos
Azul (AZUL43) lança oferta privada de títulos de dívida seniores com vencimento em 2031
Minidólar com vencimento em fevereiro (WDOG26) renova mínima do dia, mas ainda em alta, com mais 0,02%, cotado a 5.184,00
Amazon corta cerca de 16 mil vagas em novo ajuste para simplificar estrutura
Demissões fazem parte de plano para reduzir burocracia e dar mais autonomia às equipes, segundo a empresa.
Morgan Stanley rebaixa recomendação de CPFL (CPFE3) para venda por avaliação pouco atrativa
A ação acumula alta de cerca de 75% nos últimos 12 meses, superando o Ibovespa (IBOV) e o Índice de Energia Elétrica (IEE) em 32 e 14 pontos percentuais.
Dólar comercial renova mínima do dia, com queda de 0,30%, a R$ 5,190
PRIO (PRIO3): banco acredita que remuneração para acionista está próxima
O Morgan Stanley vê a PRIO (PRIO3) “se transformando em uma história de remuneração de acionistas, após vários anos de crescimento inorgânico”. Segundo o banco, “agora que os problemas operacionais que colocaram as ações em situação de desvantagem durante a maior parte de 2024-2025 foram superados, temos um alto grau de confiança em um rendimento de fluxo de caixa livre de 21%, oferecendo um rendimento de recompra de ações de 10%”. A classificação da ação é overweight (relativo à compra), com preço-alvo de R$ 60.
Dólar recua abaixo de R$ 5,20 com mercado atento a juros no Brasil e EUA
A expectativa é pela manutenção dos juros em ambos os países.
Alckmin: houve percalço no acordo Mercosul-UE, mas Brasil vai acelerar sua parte
Na semana anterior, o Parlamento Europeu solicitou um parecer jurídico, paralisando a implementação do acordo firmado entre blocos.
Moscou diz que não está recusando contatos com o líder ucraniano, após conversas com Trump
Moscou diz que em conversa com Trump, Putin aumentou chances de um encontro com Zelenskiy
Macron: França apoia reforço da defesa na região do Ártico
Macron: França reitera seu apoio à Groenlândia
Trump: espero que o Irã venha à negociação
Trump: próximo ataque ao Irã será bem pior
Trump: uma armada massiva está se dirigindo rapidamente para perto do Irã
Ibovespa Futuro (INDFUT) segue com alta consistente: mais 0,42%, aos 183.715 pontos
Axia Energia (AXIA3 AXIA6) lança calculadora de emissões para apoiar descarbonização de PMEs
Plataforma METRIA foi desenvolvida com o Cepel e segue padrões internacionais de medição de GEE.
Dólar comercial começa dia com baixa de 0,24%, a R$ 5,193 na venda e R$ 5,192 na compra
DXY: índice dólar tem uma leve alta de 0,02%, aos 96,24 pontos
Minério cai com paralisação das atividades de construção pesando sobre demanda
O minério de ferro de referência de março na Bolsa de Cingapura caía 0,79%, a US$103 a tonelada.
Dis: juros futuros abrem dia com predominância de baixas ao longo da curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,560 | -0,015 |
| DI1F28 | 12,835 | -0,020 |
| DI1F29 | 12,840 | -0,010 |
| DI1F31 | 13,140 | -0,005 |
| DI1F32 | 13,255 | -0,010 |
| DI1F33 | 13,320 | 0,000 |
| DI1F35 | 13,370 | 0,005 |
Vale (VALE3) volta a ser maior produtora mundial de minério de ferro: o que indica para ação?
Companhia superou Rio Tinto e segue mostrando melhoras operacionais; analistas, em sua maioria, seguem otimistas.
China aprova compras do chip H200 da Nvidia e alivia a tensão com EUA
A decisão de Pequim é mais um sinal de sua recente aproximação com Washington em algumas questões antes de uma visita do presidente americano Donald Trump à China.
Vale (VALE3): resultado operacional foi sólido, mas em linha, diz banco
A Vale (VALE3) divulgou seus números de produção e vendas do 4T25. “Embora os números gerais estejam em linha com nossas expectativas, o que nos deixa confortáveis com nossa estimativa de Ebitda proforma para o 4T25 de US$ 4.575 milhões, o trimestre foi marcado por um forte desempenho operacional, com a Vale superando sua projeção de produção para 2025 em todos os segmentos”, diz o Itaú BBA. “Em 2025, os volumes de produção de minério de ferro e cobre atingiram o nível mais alto desde 2018, enquanto a produção de níquel foi a mais forte desde 2022”.
Bitcoin Futuro (BITFUT) começa dia com ganhos de 1,16%, aos 467.880,00
Mini-índice com vencimento em fevereiro de 2026 (WING26) abre dia com alta de 0,37%, aos 183.740 pontos
Minidólar com vencimento em fevereiro (WDOG26) começa o dia com alta de 0,32%, cotado a 5.200,00
Dólar futuro abre em alta de 0,31%, cotado aos 5.199,50 pontos
Ibovespa futuro (INDFUT) abre em alta de 0,61%, cotado aos 184.075 pontos
Preços da gasolina no Brasil seguem acima da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 2 dias diminuição dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 268 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta.
- Diesel A S10 (média nacional): -15%, ou -R$ 0,49 (ontem: -13% ou -R$ 0,41)
- Gasolina A (média nacional): +3%, ou +R$ 0,08 (ontem: +5% ou +R$ 0,12)
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho e Mauro Botto
Embraer (EMBJ3): resultados operacionais sólidos no 4T25, diz XP
A Embraer (EMBJ3) apresentou resultados operacionais sólidos no 4T25, em meio a uma sazonalidade favorável nas entregas, segundo análise da XP. A empresa encerrou o 4T25 com 91 aeronaves entregues, resultando em entregas para o ano fiscal de 2025 dentro da faixa de projeção para a Aviação Comercial (78 vs. 77-85) e no limite superior da sua divisão Executiva (155 vs. 145-155). A Embraer manteve uma carteira de pedidos robusta de US$ 31,6 milhões (+1% em relação ao trimestre anterior), com destaque positivo para os contratos assinados na área de Defesa e Segurança. Na Aviação Comercial, novos pedidos da TrueNoord, Helvetic e Air Côte d’Ivoire compensaram os cancelamentos da Azul (AZUL53) em decorrência do seu processo de recuperação judicial. Com as notícias recentes corroborando o sólido desempenho das ações no acumulado do ano, a XP observa um aumento na atenção do mercado em relação à divulgação das projeções para o ano fiscal de 2026 (previstas para 6 de março).
Aumento do salário mínimo ajuda a elevar confiança do consumidor alemão em fevereiro
O ânimo dos consumidores alemães deve melhorar em fevereiro, impulsionado por forte alta nas expectativas de renda após aumento no salário mínimo desde o início do ano, bem como pela redução dos temores de inflação, mostrou uma pesquisa nesta quarta-feira. O índice que mede a confiança do consumidor, publicado pelo instituto de pesquisa de mercado GfK e pelo Instituto de Decisões de Mercado de Nuremberg, subiu para -24,1 pontos em fevereiro, de -26,9 pontos no mês anterior, superando as expectativas dos analistas consultados pela Reuters de leitura de -26,0 pontos. Embora a propensão das famílias para comprar tenha aumentado moderadamente, em parte devido a sinais de abrandamento da inflação, a pesquisa também mostrou que as expectativas de renda foram o principal fator para o aumento do dado, embora ele ainda permaneça em um nível baixo. O salário mínimo por hora na Alemanha, a maior economia da Europa, aumentou inicialmente para 13,90 euros no início de 2026 e crescerá novamente, para 14,60 euros, no próximo ano, impulsionando as expectativas de renda. “Entretanto, ainda não se sabe se essa tendência positiva poderá ser mantida nos próximos meses”, disse Rolf Buerkl, diretor de clima do consumidor do Instituto de Nuremberg. “As tensões geopolíticas em curso e uma escalada dos conflitos comerciais podem rapidamente fazer com que o sentimento se torne negativo novamente”, disse Buerkl. “A melhora atual está certamente em terreno instável”. (Reuters)
ASML dispara na bolsa após encomendas recordes sinalizarem mais gastos com IA
As vendas subiram para 9,72 bilhões de euros, de 9,26 bilhões de euros um ano antes, superando as previsões dos analistas.
Gestoras projetam Selic em 11,8% ao fim de 2026 com câmbio “segurando” a inflação
Com câmbio favorável e inflação em desaceleração, multimercados veem espaço para cortes de juros e reforçam o “Kit Brasil”.
Minidólar (WDOG26) opera sob pressão antes do Fed e do Copom
O dólar voltou a recuar de forma consistente, acompanhando o enfraquecimento da moeda americana no exterior e o forte fluxo de estrangeiros para a bolsa brasileira. Para que ocorra uma reação mais consistente, será necessária a superação da resistência em 5.202,5/5.213,5, o que pode abrir espaço para 5.225/5.235,5 e, em extensão, 5.256/5.268.
Mini-índice (WING26) mantém viés construtivo antes da Super Quarta
O mini-índice (WING26) encerrou a última sessão (27/01) em alta de 1,74%, aos 183.095 pontos, retomando o movimento positivo após a volatilidade recente. O mini-índice seguiu em trajetória positiva, acompanhando um pregão marcado por forte apetite ao risco no mercado doméstico. Para que o fluxo comprador tenha continuidade, será fundamental a superação de 183.240/183.700, o que pode destravar avanço em direção a 184.090/184.785, com alvo mais longo em 185.145/185.445.
“Super Quarta” com Copom e Fed pode levar Ibovespa a novas máximas históricas?
Decisões simultâneas de Fed e Copom podem destravar nova rodada de cortes de juros, fortalecer fluxo estrangeiro e impulsionar ações mais sensíveis à queda da Selic, abrindo espaço para o Ibovespa renovar recordes.
Minério de ferro cai com paralisação das atividades de construção pesando sobre demanda
Os contratos futuros do minério de ferro ampliaram as quedas hoje, com a interrupção gradual dos projetos de construção no período que antecede o Ano Novo Lunar da China pesando sobre a demanda por aço e matérias-primas. O contrato de maio do minério de ferro mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China encerrou a sessão do dia com perda de 0,7%, a 783 iuanes (US$ 112,74) a tonelada. O minério de ferro de referência de março na Bolsa de Cingapura caiu 0,79%, a US$ 103 a tonelada. A demanda de aço downstream tem diminuído gradualmente junto com a interrupção dos projetos de construção no período que antecede o feriado chinês do Ano Novo Lunar, de acordo com a corretora chinesa Everbright Futures. A produção de minério de ferro da mineradora brasileira Vale (VALE3) subiu para 336,1 milhões de toneladas em 2025, marcando a primeira vez desde 2018 que sua produção superou a das operações Pilbara da rival Rio Tinto na Austrália. Um aumento nos embarques de minério de ferro do Brasil exercerá pressões baixistas sobre os preços do minério de ferro na China. A expectativa é de que os embarques brasileiros sofram uma retração sazonal à medida que o país entra em sua estação chuvosa. No entanto, os estoques portuários altos devem compensar possíveis efeitos da redução dos embarques, de acordo com uma nota do Shanghai Metals Market (SMM). (Reuters)
Futuros do petróleo recuam; confira
- Petróleo WTI: -0,13%, a US$ 62,31 o barril
- Petróleo Brent: -0,16%, a US$ 67,46 o barril
SoftBank está em negociações para investir até US$ 30 bi a mais na OpenAI
O novo investimento faria parte de uma rodada de financiamento que poderia levantar até US$ 100 bilhões com valuation de cerca de US$ 830 bilhões, disse uma fonte.
Coca-Cola: 4T25 foi positivo e Brasil foi destaque nos resultados
A Coca-Cola Andina divulgou resultados do 4T25 que superaram as estimativas do Itaú BBA, tanto em Ebitda quanto em lucro por ação (EPS). “O destaque do trimestre foi o Brasil, que apresentou um crescimento de Ebitda de 36% em relação ao ano anterior, resultando em uma expansão de margem de 440 pontos-base. O EPS também superou nossas expectativas devido a uma alíquota efetiva de imposto muito menor do que a prevista”.
Tenda (TEND3): banco eleva preço-alvo, aumentando convicção positiva sobre a empresa
O lucro por ação (EPS) estável e a recuperação sustentada contrastam com a volatilidade persistentemente alta das ações, diz o Bradesco BBI, o que mantém a Tenda (TEND3) presa a um profundo desconto de avaliação (P/L de aproximadamente 5,3x vs. 8-9x para Cury e Direcional). “Ruídos relacionados à Alea geram volatilidade desproporcional, apesar de seu baixo impacto nos lucros, agravados por ajustes instáveis e uma base acionária composta principalmente por fundos de hedge“, segue. Para o banco, “os dividendos são o principal catalisador para reduzir a volatilidade e desbloquear uma reavaliação, com a melhoria na geração de caixa em 2026 abrindo caminho para que a Tenda se torne uma empresa de dividendos no final de 2026 ou início de 2027. O banco reitera recomendação outperform e apresenta um novo preço-alvo para o final de 2026 de R$ 40, de R$ 37. “Se a ação sofrer uma queda após os resultados do 4º trimestre de 2025 devido a ajustes relacionados à Alea, consideraríamos isso uma oportunidade de compra”, conclui.
CSN (CSNA3) esclarece sobre rumores de desinvestimentos e nega tratativas concretas
Companhia negou haver negociações avançadas ou compradores definidos.
Vale (VALE3): forte desempenho operacional no 4T25, diz XP
A Vale (VALE3) reportou um forte desempenho operacional no 4T25, segundo a XP, com um desempenho melhor do que o esperado em sua divisão de metais básicos, com a empresa apresentando resultados acima de sua projeção para o ano todo em todas as divisões. A XP destaca o que chamou de um sólido desempenho no cobre; a produção de minério de ferro, com alta de 6% ano a ano, acima da expectativa de mais 1% da XP; e volumes de vendas de pelotas no lado negativo, com menos 10% ano a ano. A XP reitera recomendação neutra para a Vale, principalmente devido às expectativas de preços mais baixos do minério de ferro após o período de reabastecimento, embora reconheça uma melhora no momento atual das ações. A XP considera que o relatório destaca o forte desempenho operacional da Vale, com a empresa apresentando resultados acima da projeção para o ano todo em todas as divisões.
Europa não é mais o centro de gravidade de Washington, mudança é estrutural
A Europa não é mais o principal centro de gravidade de Washington e a mudança é estrutural, não temporária, disse há pouco a chefe de política externa da União Europeia, Kaja Kallas, enquanto os líderes europeus tentam se ajustar à abordagem do presidente dos EUA, Donald Trump, para o relacionamento transatlântico. Falando na conferência anual da Agência Europeia de Defesa, ela acrescentou que, embora a UE ainda busque fortes laços transatlânticos e os EUA continuem sendo um aliado, a Europa deve se adaptar às novas realidades e “a Otan precisa se tornar mais europeia para manter sua força”. “O risco de um retorno total à política de poder coercitivo, às esferas de influência e a um mundo onde o poder faz a razão é muito real”, declarou ela. (Reuters)
Bolsas da Ásia fecham no maior nível em quatro anos e meio
As ações de Hong Kong fecharam em alta de quatro anos e meio, acompanhando os ganhos em Wall Street, e a forte alta do ouro impulsionou as ações dos setores de energia e materiais. O índice Hang Seng, de Hong Kong, se valorizou 2,58%, alcançando seu maior nível desde julho de 2021 – registrou seis dias consecutivos de alta, sua mais longa sequência de vitórias desde maio de 2025. As ações do setor de energia e materiais foram as que mais valorizaram. O ouro ultrapassou a barreira dos US$ 5.200 pela primeira vez nesta quarta-feira, depois de subir mais de 3% na sessão anterior, com o dólar caindo para mínima de quase quatro anos em meio a preocupações geopolíticas persistentes. A valorização do mercado de ações também ocorreu em paralelo com a desvalorização do dólar americano, à medida que os operadores acompanhavam as perspectivas de uma intervenção coordenada das autoridades americanas e japonesas no mercado cambial e aguardavam a decisão do Federal Reserve sobre as taxas de juros. “Os investidores ficarão atentos a qualquer pista do chair do Fed, Jerome Powell, sobre a trajetória dos cortes nas taxas de juros para este ano, bem como se os balanços dos gigantes da tecnologia podem justificar a pressão das altas avaliações”, disseram os analistas da SDIC Securities em uma nota.
- Shanghai SE (China), +0,27%
- Nikkei (Japão): +0,54%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +2,58%
- Nifty 50 (Índia): +0,66%
- ASX 200 (Austrália): -0,09%
EUA: índices futuros operam mistos à espera de decisão do FED
Os índices futuros dos EUA sobem antes da decisão do Federal Reserve sobre as taxas de juros, que acontece às 16h (Horário de Brasília). “A atual perspectiva econômica dos EUA permanece positiva, com crescimento contínuo e um mercado de trabalho que, embora um tanto fraco, se estabilizou. A inflação continua acima da meta do Fed, o que justifica poucos cortes imediatos nas taxas de juros”, disse à CNBC Christian Hantel, gestor de portfólio da Vontobel Asset Management. “Os investidores devem observar as reuniões do FOMC de março e junho como potenciais oportunidades para ajustes na política monetária, embora estes possam ser adiados para o segundo semestre de 2026, caso as condições o justifiquem”, acrescentou Hantel. “Todos os olhares estarão voltados para o presidente Jerome Powell, em busca de quaisquer sinais sobre a abertura do Fed a novas medidas de flexibilização, mas, por ora, a abordagem cautelosa do banco central, reunião por reunião, parece destinada a continuar”.
- Dow Jones Futuro: +0,06%
- S&P 500 Futuro: +0,37%
- Nasdaq Futuro: +0,91%
Bolsas da Europa caem com perdas em setor de luxo
As ações europeias estão a caminho de interromper dois dias de ganhos depois que o tom cauteloso da LVMH pressionou as ações de luxo e ofuscou os ganhos da ASML, produtora de chips. As ações de luxo têm queda de 3,2%, marcando o quarto dia consecutivo de perdas, enquanto o setor de tecnologia sobe 1,6%, atingindo seu maior valor em mais de 25 anos. As quedas destacam a dispersão entre os setores, mesmo com os investidores confiando nos lucros corporativos para obter orientação, com as tensões geopolíticas e comerciais obscurecendo o quadro macroeconômico. Os papéis da LVMH, proprietária da Louis Vuitton e da Tiffany, perdem 7,3% depois que o presidente-executivo Bernard Arnault disse que está cauteloso com relação ao ano à frente. “Dado o comentário cauteloso da empresa e os dados macroeconômicos mistos, a recuperação da demanda pode ser um pouco adiada”, disse a analista sênior de ações da Morningstar, Jelena Sokolova.
- STOXX 600: -0,45%
- DAX (Alemanha): -0,26%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,47%
- CAC 40 (França): -0,89%
- FTSE MIB (Itália): -0,66%
Abertura dos mercados
Os holofotes recaem hoje sobre as decisões de política monetária do Federal Reserve e do Banco Central, com balanços corporativos também no radar. O Fed divulga sua decisão às 16h (horário de Brasília) com expectativa de manutenção da taxa de juros, em uma reunião ofuscada por uma investigação criminal do governo do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre o chair Jerome Powell, o esforço para demitir a diretora Lisa Cook e a iminente nomeação de um sucessor para assumir o cargo de Powell em maio. Já o BC divulga seu comunicado no fim do dia, após fechamento do mercado, e também tende a manter a Selic em 15%, com as atenções voltadas para indicações sobre o início do ciclo de cortes dos juros. Enquanto isso, balanços corporativos positivos mantinham as ações mundiais perto de máximas recordes. A ASML, maior fornecedora mundial de equipamentos para fabricação de chips, registrou pedidos mais fortes do que o esperado no quarto trimestre. Após o fechamento dos mercados são esperados os números de Meta e da Tesla. Na cena nacional, a Vale (VALE3) reportou ontem dados de produção do 4T25, com produção de minério de ferro de 336,1 milhões de toneladas em 2025, aumento de 2,6% na comparação com 2024. Às 14h30, o Tesouro divulga os dados da dívida de dezembro e 2025, além do Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2026. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, participa do Fórum Econômico Internacional da América Latina pela manhã e terá reunião com o presidente do Panamá, José Raúl Mulino. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem de forma mista
Investidores em Wall Street seguem em modo cautela, antes da decisão do Federal Reserve sobre as taxas de juros amanhã, prevendo manutenção do atual patamar, e antes dos primeiros balanços das big techs no 4T25 – as três primeiras são Apple, Meta e Microsoft, todas na quinta-feira (29). “Todo mundo está de olho em tudo que ofereça insights sobre a narrativa da inteligência artificial”, disse à CNBC Thomas Martin, gestor sênior de portfólio da Globalt Investments. “Tudo vai girar em torno de comentários sobre isso, além da quantia de dinheiro que estão gastando, tanto em despesas de capital quanto em despesas operacionais”. Esse é o foco do mercado nesta terça. “A principal preocupação é a temporada de balanços. Temos 200 empresas divulgando seus resultados nas próximas duas semanas e, até agora, tudo bem”, disse à CNBC Adam Parker, fundador e CEO da Trivariate Research. “Acho que a questão principal é que as estimativas para o segundo semestre estão muito altas. Então, a pergunta é: conseguiremos manter esse ritmo até a divulgação das projeções em abril? Eu acredito que sim”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,83 | 49.003,41 |
| S&P 500 | 0,41 | 6.978,60 |
| Nasdaq | 0,91 | 23.817,09 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com novas quedas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,575 | -0,105 |
| DI1F28 | 12,855 | -0,115 |
| DI1F29 | 12,850 | -0,130 |
| DI1F31 | 13,145 | -0,150 |
| DI1F32 | 13,265 | -0,145 |
| DI1F33 | 13,320 | -0,160 |
| DI1F35 | 13,365 | -0,165 |
Dólar comercial fechou ontem com baixa de 1,41%
O dólar comercial emendou a segunda queda seguida diante do real. Na mínima, foi ao menor valor desde 31 de maio de 2024. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,83%, aos 96,23 pontos.
- Venda: R$ 5,206
- Compra: R$ 5,206
- Mínima: R$ 5,199
- Máxima: R$ 5,278
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| ENEV3 | -2,72 | 21,46 |
| AURE3 | -2,71 | 11,47 |
| VIVA3 | -1,88 | 27,69 |
| TOTS3 | -1,52 | 46,50 |
| SMTO3 | -1,46 | 15,50 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| RAIZ4 | 8,43 | 0,90 |
| CSNA3 | 7,13 | 10,67 |
| YDUQ3 | 6,96 | 14,76 |
| CYRE3 | 6,17 | 29,79 |
| ASAI3 | 5,47 | 8,68 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| VALE3 | 60.333 | 2,20 |
| PETR4 | 52.363 | 2,18 |
| ITUB4 | 50.066 | 2,65 |
| B3SA3 | 45.913 | 3,06 |
| BBAS3 | 45.366 | 1,19 |
Ibovespa fechou ontem com alta de 1,79%, aos 181.919,13 pontos, maior patamar de fechamento da história
- Máxima: 183.359,56 (máxima histórica)
- Mínima: 178.852,46
- Diferença para a abertura: +3.198,45 pontos
- Volume: R$ 31,50 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (26): -0,08%
- Terça-feira (27): +1,79%
- Semana: +1,71%
- Janeiro: +12,91%
- 1T26: +12,91%
- 2026: +12,91%
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