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Acompanhei mais um pregão de forte apetite comprador no Ibovespa, que ampliou a sequência de altas e voltou a renovar máximas históricas. O índice avançou 1,79%, encerrando aos 181.919 pontos, após oscilar entre a mínima de 178.852 pontos e a máxima de 183.359 pontos, patamar inédito para o mercado brasileiro.
No gráfico diário, o movimento segue claramente construtivo. O Ibovespa permanece negociando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, embora com afastamento relevante, reflexo da aceleração do fluxo comprador nas últimas sessões. Esse esticamento técnico naturalmente eleva a probabilidade de ajustes ou períodos de consolidação, mas, até o momento, não há sinal objetivo de reversão. O viés principal continua sendo de alta.
Para dar sequência ao movimento altista, o índice precisa sustentar o rompimento da máxima histórica em 183.359 pontos. Acima desse nível, os alvos técnicos se projetam para 185.330/187.335 pontos, com extensão mais longa na faixa de 189.335/190.000 pontos.
Por outro lado, uma mudança de curto prazo no fluxo exigiria a perda da região de suporte em 178.852/177.741 pontos. Abaixo desse intervalo, o mercado pode buscar uma correção mais ampla, com suportes em 175.589/171.815 pontos. O IFR (14), em 84,20, segue em zona de sobrecompra, reforçando o alerta para movimentos corretivos pontuais ao longo do caminho.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o índice fechou a sessão em forte alta, mantendo-se acima das médias de 9 e 21 períodos, o que confirma a dominância do fluxo comprador no curto prazo.
Para a continuidade do movimento, será necessário consolidar acima da resistência na máxima histórica dos 183.359 pontos. Superado esse patamar, os próximos objetivos passam por 183.830/185.135 pontos, com projeções adicionais em 185.720/186.300 pontos.
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Já no cenário de correção intradiária, a atenção se volta para a perda da faixa de suporte em 181.919/180.532 pontos. Caso esse nível seja rompido com aumento de volume, o índice pode buscar regiões mais baixas, inicialmente em 177.741/175.268 pontos, com alvo mais longo em 174.800/171.815 pontos.

Minicontratos
O mini-índice (WING26) encerrou a última sessão (27/01) em alta de 1,74%, aos 183.095 pontos, retomando o movimento positivo após a volatilidade recente.
Após uma sessão marcada por forte oscilação intradiária, o mini-índice conseguiu fechar no positivo, mantendo o viés altista no curto prazo. No gráfico de 15 minutos, o mercado trabalha com suporte imediato em 179.535/179.115 e resistência em 183.240/183.700, níveis que devem balizar as próximas movimentações.
Pelo gráfico de 60 minutos, o cenário segue construtivo, embora exija atenção à possibilidade de ajustes após a forte alta recente.
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Os contratos de minidólar (WDOG25), com vencimento em fevereiro, encerraram a última sessão (27/01) em forte baixa de 2,00%, aos 5.183,5 pontos.
O movimento vendedor ganhou intensidade, levando o minidólar a fechar abaixo das médias no gráfico de 15 minutos e a atingir região de sobrevenda no diário. No curto prazo, o mercado observa o suporte em 5.180/5.170 e a resistência em 5.202,5/5.213,5, que tendem a balizar a dinâmica intradiária.
Pelo gráfico de 60 minutos, o viés segue negativo, com espaço para continuidade da baixa enquanto não houver retomada consistente acima das médias.

Acompanhei mais uma sessão de enfraquecimento no futuro de Bitcoin (BITF26), que encerrou o pregão com queda de 0,48%, aos 462.640 pontos, mantendo o ativo inserido em um fluxo negativo no curto prazo.
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No gráfico diário, o contrato segue pressionado pelo lado vendedor. O preço permanece abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, sinalizando continuidade do viés de baixa, especialmente após a incapacidade de reação nas últimas sessões. O IFR (14) recuou para 36,09, permanecendo em zona neutra, mas já mais próximo de patamares que costumam anteceder movimentos de repique técnico.
Do ponto de vista gráfico, a região de 459.720/446.545 pontos segue como principal suporte de curto prazo. A perda dessa faixa tende a reforçar o movimento vendedor, abrindo espaço para projeções mais longas em 408.755/385.475 pontos, com alvo estendido na região de 364.330/331.860 pontos.
No cenário alternativo, uma tentativa de recuperação exigiria a superação consistente das resistências em 469.220/483.140 pontos. Acima desse intervalo, o ativo pode buscar 493.955/512.360 pontos, com objetivo mais amplo projetado em 532.260/549.925 pontos.
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Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quarta-feira (28).

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.

