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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse ser “meia verdade” que a informação de que o trabalhador informal teve maior crescimento da remuneração que o empregado com carteira assinada (CLT). Ele disse que o crescimento foi em base menor e que os celetistas “levaram mais para casa”, citando FGTS, férias e décimo terceiro salário.
“A taxa de crescimento foi maior para o informal, só que os salários foram menores. Então, eles cresceram, mas não superam ainda o valor do assalariado”, argumentou a subsecretária de Estatísticas e Estudos do Trabalho, Paula Montagner.

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Marinho também disse haver uma “campanha” e um “preconceito” contra o trabalho CLT, em favor da pejotização e do microempreendedor individual (MEI). “Chamamos atenção para isso, não cabe MEI para tudo”.
Ele ainda citou o papel do Supremo Tribunal Federal (STF) nesse debate, afirmando que há risco de destruição da Previdência Social. “O ministro Gilmar Mendes – com todo respeito a ele, grande magistrado, enfim – brecou todas as ações trabalhistas no Brasil inteiro que tratam de pejotização”, criticou.