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O Méliuz (CASH3), “primeira Bitcoin Treasury Company” do Brasil, registrou lucro líquido de R$ 7,6 milhões no segundo trimestre de 2025 (2T25), revertendo o prejuízo de R$ 60,8 milhões referente ao 2T24.
Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) atingiu R$ 12,0 milhões, revertendo um resultado negativo de R$ 67,6 milhões no 2T24.
Segundo a companhia, o desempenho positivo foi impulsionado pela valorização da carteira Bitcoin em R$ 30 milhões e Bitcoin Yield de 908%.

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O Bitcoin Yield do Méliuz foi de 907,6% entre o 1º e o 2º trimestre de 2025, indicando que a quantidade de Bitcoin por mil ações da empresa aumentou mais de nove vezes nesse período.
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No 2º trimestre de 2025, a receita líquida consolidada do Méliuz foi de R$ 97,8 milhões, recorde para esse período, com crescimento de 12% em relação aos R$ 87,6 milhões do 2T24.
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A Méliuz encerrou o 2T25 com um caixa de R$ 71,5 milhões e uma reserva de 595,7 Bitcoin, adquiridos com um preço médio de US$ 103.188,98.