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O Ibovespa abriu a semana em alta de 0,40% nesta segunda (4), encerrando o pregão aos 132.971 pontos. A recuperação foi favorecida pelo alívio vindo de Wall Street, onde os principais índices registraram fortes ganhos após um payroll decepcionante na sexta-feira. A leitura de um mercado de trabalho mais fraco nos EUA reacendeu apostas de que o Federal Reserve pode voltar a considerar cortes de juros já em setembro — cenário que sustentou o bom humor global. Por aqui, o desempenho positivo de ações da Vale e dos grandes bancos puxou o índice, mesmo com a leve queda de Petrobras diante da correção do petróleo.
Para o trader de mini-índice, o dia foi marcado por alívio tático e sinais mistos. O ambiente externo favoreceu o apetite ao risco, mas o “tarifaço” de Trump, agora oficialmente em vigor, ainda impõe um teto de cautela. A performance de setores como commodities e bancos trouxe respiro ao índice futuro, enquanto o fluxo ficou concentrado na expectativa dos balanços trimestrais e da ata do Copom, que será divulgada na terça-feira. A leve melhora nas projeções de inflação e a abertura líquida de vagas formais em junho ajudam a manter algum suporte no mercado interno, mas o cenário segue sensível, e a volatilidade pode aumentar com a divulgação dos PMIs de serviços ao redor do mundo.
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Os contratos do mini-índice (WINQ25), com vencimento em agosto, encerraram a sessão de ontem com leve alta de 0,02%, aos 133.200 pontos.
Análise do gráfico de 15 minutos
O fechamento da última sessão mostrou um mini-índice lateralizado, com oscilação tímida e ausência de direcionamento claro. O ativo segue pressionado entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, refletindo equilíbrio momentâneo entre compradores e vendedores.
Para que retome com o fluxo de alta, será necessário romper a região de resistência em 133.425/133.700 pontos. Superando esse nível, o mercado poderá buscar as resistências de 134.585/135.080 e, posteriormente, a faixa de 135.870/136.170 pontos, onde há forte concentração vendedora.
Já para que retome o fluxo de baixa, o ativo precisará perder o suporte em 132.825/132.575 pontos. Caso esse patamar seja rompido, abre-se espaço para a busca dos 132.335/131.675 pontos, com alvo mais longo na faixa de 130.900/130.430 pontos, que pode ser decisiva para definir um novo ciclo de baixa.
No gráfico diário, o mini-índice apresentou uma leve alta, mas segue abaixo das médias de 9 e 21 períodos, reforçando o cenário de enfraquecimento da força compradora no curto prazo. O padrão dos últimos dias tem sido de candles com fechamentos próximos às aberturas, indicando indecisão.
Para que volte a ganhar tração compradora, será necessário romper a faixa de 134.585/135.870 pontos, com alvo posterior entre 136.515/138.290 pontos. Por outro lado, caso o ativo perca a região de 132.335/130.900 pontos, o próximo suporte relevante estará em 129.820 pontos.
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O IFR (14) está em 36,54, se aproximando da zona de sobrevenda, o que pode gerar algum repique, embora o fluxo vendedor ainda prevaleça.

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WINQ25: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o mini-índice também segue dentro de um movimento lateralizado, com o preço próximo às médias móveis de 9 e 21 períodos, que atuam como região de congestão. O fechamento de ontem não foi suficiente para indicar um rompimento claro.
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Para confirmar retomada altista, será necessário superar a região de resistência em 133.700/134.585 pontos. Acima desse nível, o índice terá potencial para buscar os 135.000/135.870 pontos, e posteriormente 136.800/137.065 pontos, onde poderá enfrentar nova pressão vendedora.
Se o movimento for de baixa, atenção à perda do suporte em 132.600/132.335 pontos. Caso rompido, o ativo poderá acelerar até os níveis de 131.675/130.900 pontos, com objetivo mais longo na região de 130.430/129.820 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico)
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