CNT/Sensus: parcela dos que perceberam melhora na renda sobe para 28,7%

Esse índice é 5,1 pontos percentuais maior que o da pesquisa anterior, publicada em março, quando registrou 32,6%

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SÃO PAULO – Para 28,7% dos brasileiros, a renda mensal cresceu nos últimos seis meses. Isso é o que indica a 97ª Pesquisa CNT/Sensus, divulgada nesta segunda-feira (1º). Esse índice é 4,1 pontos percentuais maior que o da pesquisa anterior, publicada em março, quando registrou 24,6%. A pesquisa mostra também que, para 42% das pessoas, a renda permaceu igual e para 27,5%, ela piorou nos últimos seis meses.

Quando o assunto é emprego, 32,3% dos pesquisados acreditam que houve melhora, índice 11,4 p.p. maior do que o da pesquisa de março, quando era de 20,9%. Outros 22,5% acreditam que nada mudou e 43,1% acreditam que piorou. Em março, esses índices eram de 22,1% e 54,5%, respectivamente.

Educação, segurança e saúde

Já a avaliação da educação apresentou melhora frente a março. O índice dos que acreditam que houve melhora subiu de 39,1% para 43%, enquanto o número de pessoas que consideram que piorou caiu de 30% para 28,8%. Para outros 26,9%, índice menor do que o da pesquisa anterior (29%), a situação permaneceu a mesma.

Em segurança, a quantidade de pessoas que acreditam que houve melhora subiu de 19,2% para 22,6%, e daqueles que acham que nada mudou foi de 27,4% para 24,5%. Enquanto isso, o índice de piora permaneceu estável, indo de 52,1% para 52,2%.

A avaliação da saúde, outro item analisado na pesquisa, foi vista com melhora por 28,2% dos entrevistados, contra 24,9% em março. O percentual dos que pensam que ela piorou passou de 46% para 44,3%. Já o índice dos que a avaliam como igual é de 26,1% atualmente, contra 27,7% em março.

Expectativas

Para 53,4%, a renda mensal nos próximos seis meses irá aumentar; outros 31% acreditam que ela irá permanecer como está, ao passo que 11,5% pensam que haverá piora. Em março, esses índices eram de 49,2%, 31,3% e 14,4%, na ordem.

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No quesito emprego, o percentual de pessoas que acreditam em melhora da situação ficou em 56,4% em maio, contra 48,8% em março. Já o índice dos que avaliam a situação como inerte ou como melhor foi de 23,5%, ante 23,7%, e de 16,5% contra 22,1%, nesta ordem.

Na educação, a proporção de pessoas que acreditam em melhora foi de 54,4% para 58,6%, enquanto o de piora foi de 14% para 11,9%, e o de que tudo permanecerá como está variou de 28% para 26,6%.

Considerando a segurança pública, 47,6% acreditam que haverá melhora nos próximos seis meses, apresentando grande variação frente a março, quando esse índice era 41,4%. Entre aqueles que pensam que tudo ficará igual, o número foi de 31,7% para 25,8%. O índice de piora permaneceu estável em 23%.

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Por fim, avaliando a saúde, as expectativas são as seguintes: a parcela dos que consideram que vai melhorar foi para 54,9%, no estudo atual, contra 48,7%, em março, de que vai ficar igual, para 26,6%, contra 29,5%, na mesma base de comparação, e dos que acreditam que a situação vai piorar, o índice é de 15,7% agora, contra 17,2% na penúltima medição.

Sobre a pesquisa

A CNT (Confederação Nacional do Transporte) entrevistou 2 mil pessoas em 136 municípios nas cinco regiões do País entre 25 e 29 de maio deste ano.