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SÃO PAULO – A paralisação dos servidores do INSS iniciada na última terça-feira (16) afetou parcialmente as APSs (Agências da Previdência Social) de São Paulo na última quinta-feira (18). De acordo com o Ministério da Previdência Social, 83,5% das agências paulistas funcionaram normalmente.
Segundo o ministério, nenhuma unidade paralisou as atividades totalmente. Das 176 agências, 147 (83,5%) atenderam normalmente os segurados, enquanto que 29 (16,5%) funcionaram parcialmente.
É bom lembrar que os segurados que não conseguiram ser atendidos devem remarcar a visita. Em casos de concessão de benefício, a data considerada será a do atendimento inicial, se o servidor remarcar o agendamento na própria agência.
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No entanto, para quem remarcar por meio da Central 135, a data considerada para a concessão do benefício será a do novo agendamento.
Brasil: 82,43% atenderam normalmente
Das 1.110 agências, 915 (82,43%) funcionaram normalmente na última quinta (18). Outras 149 (13,43%) atenderam os segurados parcialmente. Segundo o Ministério, apenas 8 agências, ou 0,72% do total, paralisaram por completo as atividades.
Nesse conta, não estão inclusas 38 agências, que até o final da tarde da quinta, ainda não haviam enviado as informações ao ministério. Dessas, a maior parte concentrou-se em Rondônia, onde as 13 unidades existentes não informaram a situação de atendimento.
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Entre os estados onde houve agências que pararam totalmente estão os estados da Bahia, com quatro unidades paralisadas, de um total de 59; Rio de Janeiro, onde duas, de um total de 71 agências pararam; Pará, com uma unidade parada, de um total de 12 unidades no estado; e do Ceará, que das 36 agências, uma paralisou totalmente.
Nos estados do Acre, Alagoas, Amapá, Espírito Santo, Mato Grosso, Piauí, Roraima, Sergipe e Tocantins nenhum agência aderiu a paralisação total ou parcial.
Paralisação precipitada
O ministro do Superior Tribunal de Justiça, Og Fernandes, afirmou, na última sexta-feira (12), que a paralisação é ilegal e abusiva. Ele havia determinado a suspensão da greve para evitar prejuízos à população e estabeleceu multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento da decisão.
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Para ele, como não houve negociações prévias, o movimento foi precipitado.