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SÃO PAULO – Os brasileiros de baixa renda terão mais opções de produtos de seguros em 2015. Segundo levantamento da Accenture, 80% das seguradoras entrevistadas pela consultoria apontaram crescimento dos produtos para pessoas físicas das classes C e D.
De acordo com essas empresas, a preocupação em atender esse público deve-se à melhora na distribuição de renda no País. Para as seguradoras, esse ramo é o de maior expansão.
O estudo foi feito com as 25 principais seguradoras do País, com o intuito de analisar as perspectivas do mercado para o ano de 2015, e revelou que, para as pessoas físicas, 70% dessas empresas estão concentradas nos produtos de vida e de previdência, seguidos por automóvel e saúde.
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Corretores: o principal canal
A Accenture levantou que 50% das empresas de seguros têm nos corretores o principal canal de distribuição de produtos. Para elas, o potencial de crescimento desse canal é maior, seguido pela internet, varejistas e bancos.
No entanto, as seguradoras veem nas Tecnologias de Informação um fator estratégico para seu desenvolvimento. Segundo a pesquisa, o investimento em TI traz benefícios diretos à empresa, como a eficiência operacional e a diminuição dos custos.
Preocupações com a Economia
Em 2015, 70% dos executivos esperam que o setor tenha participação no PIB entre 4% a 6%. De acordo com a Accenture, o percentual atual está entre 3% e 3,5%. As seguradoras esperam, também, reduzir seus custos administrativos em todos os segmentos consultados.
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A situação econômica mundial está entre as principais preocupações desses empresários, especialmente no modo como a crise atinge o Brasil. A inflação e os juros do País estão em segundo lugar entre as preocupações das seguradoras, enquanto o arcabouço legal é a última preocupação.
Segundo a Accenture, o principal objetivo dessas empresas é ganhar competitividade no mercado e atingir melhor desempenho de subscrição de riscos, além de buscar a eficiência operacional.