Vai comprar um bichinho de estimação? Veja como evitar dor de cabeça

Assim como em outros tipos de comercializações, é imprescindível pedir a nota fiscal da venda, por exemplo

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SÃO PAULO – Ter um animal de estimação é uma saída para muitas pessoas que querem ter uma boa companhia. No entanto, assim como em todas as relações de consumo, a pessoa deve ficar atenta quando optar em comprar o bichinho, seja em canil ou pet shop.

Para que a alegria não se torne dor de cabeça, é bom ficar atento a algumas dicas elaboradas pela Fundação Procon de São Paulo.

Contrato

O primeiro ponto, lembrado pela entidade independentemente do tipo de compra, é a solicitação de um recibo ou nota fiscal. Além disso, a pessoa deve exigir a elaboração de um contrato, onde constem, no mínimo, os seguintes itens:

Caso o animal morra ou adoeça, o dono deve pedir que um veterinário faça exames ou uma necrópsia para avaliar o motivo. Assim, é possível realizar um troca, desconto proporcional ou a devolução do valor pago pelo animal.

Melhor evitar

É muito comum ver bichos de estimação sendo oferecidos em praças, parques, feiras e exposições. O Procon alerta, no entanto, que é melhor evitar a compra nesses locais, por conta da dificuldade de se contactar o criador, caso haja algum problema futuro.

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No entanto, caso o consumidor queira um bicho de determinada feira em especial, ele deve pedir o endereço do canil ou do criador para contatos no futuro. Também é importante conhecer esses locais, averiguando as condições de higiene, cuidados, restrições de espaço e outros aspectos que podem prejudicar a saúde do animal.

Comprando produtos

A atenção não deve ser deixada de lado, depois que o bichinho de estimação já está em sua casa. O cuidado que o dono terá com ele também compete à relação de consumo e precisa de cuidados especiais.

Por exemplo: antes de escolher produtos como xampus e anti-pulgas, o consumidor deve sempre consultar o profissional veterinário para que sejam verificadas indicações de uso.

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Da mesma forma, o rótulo da embalagem ou a bula do remédio devem ser analisados, assim como a data de validade, nome do fabricante, modo de utilização e eventuais restrições ou precauções antes da utilização.