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SÃO PAULO – O consumidor que não se informar bem na hora de comprar uma câmera digital compacta pode gastar cerca de R$ 2,5 mil a mais e não ter tanta qualidade como a que um modelo mais barato proporcionaria. A afirmação é da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, a Pro Teste, que analisou no início do ano 36 marcas diferentes do produto comercializadas aqui no Brasil.
Na avaliação da Pro Teste, as melhores escolhas nesse caso são a Sony Cyber-Shot DSC-T9, cujo preço varia de R$ 1.748 a R$ 2.348; e a Panasonic Lumix DMC-LX1, valendo R$ 1.058. Ambas registraram o melhor resultado no teste.
“Se você comprasse a câmera mais cara da categoria (que custa entre R$ 3.171 e R$ 3.773), não levaria a melhor para casa”, informou a entidade no documento de divulgação da pesquisa.
Viva do lucro de grandes empresas
Qualidade e preferência
Além disso, a Pro Teste concluiu que a melhor relação qualidade preço é dada pela Canon Powershot A430. Essa câmera é encontrada no mercado por preços que variam de R$ 758 a R$ 1.258.
Já para aqueles que preferem modelos semi-profissionais, a orientação de compra vai para a Sony Cyber-Shot DSC-H5, que sai por valores entre R$ 1.889 e R$ 3.185.
Compacta ou semi-profissional?
De acordo com a Pro Teste, antes de escolher entre uma câmera compacta ou semi-profissional, o consumidor deve ficar atento à sua necessidade.
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No caso da primeira, a principal vantagem é o tamanho do equipamento: como é pequeno, torna-se mais fácil de carregar. Além disso, o seu funcionamento é praticamente automático, o que facilita o uso pelos amadores. Por outro lado, enquanto algumas semi-profissionais conseguem captar um zoom de até 12 vezes, seu alcance não ultrapassa três vezes.
Já as semi-profissionais são direcionadas aqueles que pretendem ampliar seus conhecimentos em fotografia. O operador do equipamento tem muito mais influência sobre um trabalho final, uma vez que velocidade, profundidade e outros detalhes podem ser comandados manualmente.