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SÃO PAULO – Os gastos do brasileiro com saúde e cuidados pessoais aumentaram, no primeiro semestre deste ano, mais do que a inflação. Enquanto que o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), apresentou variação de 2,51%, esse grupo está com aumento acumulado em 2,73%, o que representa uma diferença de 0,22 pontos percentuais.
Dados da Fundação Getúlio Vargas, responsável pelo levantamento do índice, mostram que apenas esse grupo consome 10,54% do orçamento familiar.
Por item
De acordo com o estudo, os maiores encarecimentos, analisando apenas os preços referentes à saúde, foram verificados em convênios médicos (4,10%); analgésicos e antitérmicos (4,84%), antigripal (3,36%) e dermatológico (3,09%). Fralda descartável (4,16%) e sabonete (3,97%) são, dentro do subgrupo de cuidados pessoais, os destaques.
Veja, na tabela abaixo, a variação de preços dos subgrupos:
| Aumento de preço | ||
| Subgrupo | Exemplos do que engloba | Variação acumulada |
| Serviços de saúde | exames, médico, dentista, psicólogo e convênio | 3,41% |
| Produtos médico-odontológicos | remédios, vitaminas, óculos e aparelho dentário | 1,71% |
| Cuidados pessoais | sabonete, desodorante, barbeiro, cabeleireiro | 2,59% |
Fonte: IPC-S/FGV
Mais baratos
No mesmo intervalo de tempo, apenas três itens ficaram mais baratos: exames de laboratório (-2,01%), esmalte para unha (-2,14%) e maquiagem (-2,20%)