Em SP e no RJ, alimentos continuam pressionando a inflação, revela FGV

Na cidade de São Paulo, o grupo apresentou variação positiva de 1,96% na segunda semana de janeiro e no Rio, de 1,87%

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SÃO PAULO – Os alimentos continuam pressionando a inflação, revela o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) divulgado nesta quinta-feira (17) pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). Na cidade de São Paulo, o grupo apresentou variação positiva de 1,96% na segunda semana de janeiro e no Rio de Janeiro, de 1,87%.

Enquanto na capital paulista houve desaceleração na alta dos preços dos alimentos frente à primeira semana deste mês, quando o IPC-S registrou 2,01%, no Rio o índice acelerou na mesma comparação, visto que estava em 1,52% na primeira semana de janeiro.

Destaques

De acordo com a FGV, oito dos 20 componentes do subgrupo gêneros alimentícios apresentaram decréscimos em suas taxas de variação na cidade de São Paulo, que mesmo assim continuaram elevadas.

Os destaques ficaram com arroz e feijão (de 14,99% na primeira semana de janeiro para 12,97% na segunda), carnes bovinas (de 3,69% para 1,77%) e pescados frescos (de 2,34% para 1,14%).

Entre as maiores influências positivas do IPC-S da capital paulista, estão o feijão carioquinha (31,12%), o tomate (33,12%), o óleo de soja (9,74%) e o maracujá (24,72%). Já no Rio de Janeiro, os destaques foram o feijão preto (22,68%), o tomate (34,83%), a banana prata (18,8%) e a cebola (19,36%).

Influências negativas

Em São Paulo, quatro itens do grupo alimentação exerceram influências negativas sobre o índice de inflação: batata-inglesa (-9,28%), limão (-13,45%), carne moída (-2,67%) e pepino (-11,7%).

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Já na capital fluminense, as cinco maiores influências negativas vieram de alimentos: batata-inglesa (-8,73%), leite tipo longa vida (-4,12%), chuchu (-23,44%), quiabo (-18,7%) e vagem comum (-10,2%), nesta ordem.