Publicidade
SÃO PAULO – Além dos gastos com o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e com o IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano), o início do ano ainda traz as despesas com matrícula e material escolar.
E de acordo com pesquisa do Procon-SP, dependendo da região da cidade de São Paulo, os itens básicos da lista podem custar bem mais caro. Por isso, a dica é pesquisar muito antes de comprar os produtos.
Preços
Enquanto na Região Norte da cidade os cinco itens analisados (lápis preto, lápis de cor, caneta esferográfica, borracha branca e caderno capa dura) saem por R$ 12,36, no Centro, os mesmos produtos custam R$ 15,95, mais de 29% superior.
| Material | Norte | Sul | Leste | Oeste | Centro |
| Ecolápis redondo Faber-Castell (lápis preto n° 2) | R$ 0,30 | R$ 0,29 | R$ 0,40 | R$ 0,60 | R$ 0,35 |
| Ecolápis sextavado colorido Faber-Castell (lápis de cor com 12 unidades) | R$ 6,95 | R$ 8,50 | R$ 6,99 | R$ 8,90 | R$ 8,90 |
| Bic Cristal (caneta esferográfica) | R$ 0,36 | R$ 0,35 | R$ 0,55 | R$ 0,50 | R$ 0,50 |
| Record 40 – Mercur (borracha branca látex) | R$ 0,15 | R$ 0,18 | R$ 0,25 | R$ 0,18 | R$ 0,40 |
| Linha Verão – Tilibra (caderno universitário capa dura espiral 96 folhas) | R$ 4,60 | R$ 5,30 | R$ 5,99 | R4 4,50 | R$ 5,80 |
| Total | R$ 12,36 | R$ 14,62 | R$ 14,18 | R$ 14,68 | R$ 15,95 |
Fonte: Procon-SP
Na tabela acima, foram considerados os menos valores encontrados em cada região da cidade, entre os estabelecimentos pesquisados: Bazar e Papelaria Japuíba e Magno´s Embalagens e Papelaria, na Zona Norte; Artesco Comercial e Papelaria e Loja Momotaro, na Sul; Mei Magazine e Ibituruna, na Leste; Agipel Papelaria e Livraria e Pontocom Papéis, na Oeste; e Papelaria Metropolitana e Paper Book Papelaria e Livraria, no Centro.
Desabastecimento
Entre os dias 8 e 10 de janeiro, o Procon-SP pesquisou o preço de 232 itens nos dez estabelecimentos da cidade de São Paulo. No entanto, devido ao desabastecimento, apenas 128 foram divulgados.
Continua depois da publicidade
De acordo com a assessoria de imprensa da entidade, a falta dos produtos é típica do período mesmo, uma vez que muitas lojas ainda estavam trocando as peças de Natal pelas de volta às aulas, de maneira que não é possível saber se elas não comercializavam os itens ou se simplesmente ainda não os haviam colocado em exposição.