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SÃO PAULO – Os preços do grupo alimentação pressionaram o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) de março, com variação de 0,62% na coleta realizada em 31 de março. Na medição anterior, em 22 de março, foi apurado 0,11%, o que indica uma aceleração de 0,51 ponto percentual.
Conforme divulgou a FGV (Fundação Getúlio Vargas) nesta terça-feira (1), as principais contribuições para a aceleração do IPC-S dos alimentos partiram de hortaliças e legumes (de 0,21% para 3,18%) e frutas (de -1,07% para 0,78%).
Além disso, vale citar também os avanços registrados nas taxas de panificados e biscoitos (de 1,49% para 1,87%) e carnes bovinas (de -2,32% para -1,82%).
Principais influências
Entre as cinco maiores influências positivas sobre o IPC-S de março estavam três itens que compõem o grupo alimentação: tomate (+23,53%), óleo de soja (+8,98%) e leite tipo longa vida (2,53%). Além disso, a refeição em restaurante apareceu em quinto lugar, com 1,47% de variação.
Por outro lado, as cinco maiores influências negativas vieram do segmento dos alimentos, respectivamente, feijão carioquinha (-8,52%), batata-inglesa (-5,83%), maçã nacional (-14,88%), mamão papaya (-7,45%) e alcatra (-3,53%).
Outras variações
No grupo de educação, leitura e recreação, cuja variação passou de 0,52% para 0,56% entre 22 e 31 de março, o destaque ficou com as salas de espetáculo (de 1,62% para 2,58%). Já no segmento de saúde e cuidado pessoais (de 0,32% para 0,34%), os serviços de cuidados pessoais (de 0,41% para 0,59%) se sobressaíram.
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Em despesas diversas (de 0,41% para 0,29%), o destaque ficou com a mensalidade para internet (de 0,62% para 0%); em vestuário (de -0,53% para -0,29%), com as roupas (de -0,77% para -0,40%); em habitação (de 0,34% para 0,47%), com a tarifa de eletricidade residencial (de 0,88% para 1,11%); e em transportes (de 0,17% para 0,35%), com a gasolina (de -0,40% para 0,37%).