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SÃO PAULO – Os itens de vestuário tiveram inflação acima do índice geral medido pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Enquanto a inflação oficial variou 0,75% em outubro, os preços de vestuário subiram 0,89%, sendo esta a maior variação entre os produtos não alimentícios.
A maior alta foi verificada em Recife, onde a variação foi de 1,38%. Já em Curitiba, os preços diminuíram -0,07%. São Paulo e Rio de Janeiro registraram acréscimos de 1,31% e 0,95%, respectivamente.
Itens
No geral, a alta do grupo vestuário reflete, especialmente, o aumento dos calçados e acessórios, que subiram 1,54% no mês.
Além deste item, registraram acréscimos: joias e bijuterias (0,78%), roupa infantil (0,77%), roupa feminina (0,73%), roupa masculina (0,42%) e tecidos e armarinho (0,40%).
Em Recife, o aumento se deu sobretudo por conta do acréscimo no preço da roupa infantil, com alta de 3,50%, enquanto que em Fortaleza esta foi a principal queda do período, -0,59%.
Acumulado
No ano, joias e bijuterias lideram o aumento de preços, com variação acumulada de 9,88%, enquanto os calçados e acessórios subiram 6,23% e as roupas 3,89%.
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O índice acumulado entre janeiro e outubro atinge 4,78%, com alta puxada por Salvador, onde o vestuário ficou 7,95% mais caro. Em Goiânia, no entanto, as roupas estão 2,26% mais baratas. A inflação medida pelo IPCA no acumulado do ano foi de 4,38%.
Já nos últimos 12 meses, a vilã da subida de preços é novamente Salvador, onde os preços variaram 9,26%, contra média nacional de 6,20%. A menor variação, contudo, foi identificada em Goiânia (4,03%). O IPCA dos últimos 12 meses ficou em 5,20%.