Por Rodrigo Tolotti Umpieres Mário Braga Em mercados / acoes-e-indices  02 jan, 2017 07h35 - Atualizada em 04 jan, 2017 | 15h57

Calendário InfoMoney: os principais eventos de 2017 que podem mexer com os mercados

Da posse de Trump e eleições na Europa às delações da Odebrecht e medidas econômicas, o próximo ano promete ser tão agitado quanto foi 2016

Por Rodrigo Tolotti Umpieres Mário Braga Em mercados / acoes-e-indices  04 jan, 2017 15h57

SÃO PAULO - Se 2016 tornou-se inesquecível pelos imprevisíveis eventos que agitarão o mercado financeiro - como o "Brexit" e a eleição de Donald Trump nos EUA -, 2017 não deve ficar para trás no quesito imprevisibilidade: eleições na Europa, votações importantes no Brasil e o avanço das investigações de corrupção por aqui devem trazer fortes emoções. 

Para você não perder nenhum destes eventos, o InfoMoney montou um calendário completo com os principais eventos da economia e da política no Brasil e no mundo. O detalhe de cada evento você confere nos parágrafos abaixo.

No plano internacional, destaque para a posse de Trump, o ciclo de alta de juros nos EUA e as eleições na Alemanha e França, que podem cristalizar o sentimento anti-euro na região. No Brasil, as reuniões do Copom (Comitê de Política Monetária), as novas medidas de ajuste fiscal no Congresso, as eleições na Câmara e Senado e a homologação das 77 delações premiadas de executivos e ex-funcionários da Odebrecht merecem um marcador de atenção no calendário de qualquer investidor.

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Se 2017 também será de tirar o fôlego, pelo menos os investidores terão mais dias de descanso para se recompor: feriados deixarão a Bovespa fechada 14 dias ao longo do ano, enquanto Wall Street não abrirá 9 vezes em 2017. 

Leia abaixo quais são os eventos mais importantes do ano que vem e por que você precisa acompanhar de perto cada um deles:

20 de janeiro: posse de Donald Trump
O futuro presidente dos Estados Unidos se muda para a Casa Branca em 20 de janeiro. A posse de Donald Trump concentrará as atenções do mundo porque vai ser um importante sinalizador do que poderemos esperar para o resto de 2017. "Já empossado, Trump vai dar uma dimensão melhor da linha que vai seguir. Se vai ser uma postura mais 'light', que é o que está precificado, ou se vai migrar para um lado mais radical, na linha da campanha”, pontuou Silvio Campos Neto, economista e sócio da Tendências Consultoria.

Por que acompanhar: o posicionamento de Trump é relevante porque poderá ter impactos na velocidade do ciclo de alta de juros do Fed e pode afetar diretamente o comércio internacional e o equilíbrio geopolítico global.

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As 8 decisões do Fed
As reuniões do Fomc (Federal Open Market Committee) serão acompanhadas de perto porque o mercado ainda tem dúvidas quanto à duração do ciclo de aperto monetário nos Estados Unidos - o próprio Fed trabalha com 3 a 4 altas. Para Campos Neto, da Tendências, o banco central norte-americano tem motivos para ser cauteloso. "As decisões do Fed vão depender muito da postura expansionista que deve vir do lado fiscal do governo Trump e das políticas do lado do crédito, em que há sinais de afrouxamento da regulação atual”, afirmou.

Atualmente, o juro nos EUA está entre 0,5% e 0,75% ao ano. Teremos ao todo 8 reuniões em 2017.

Por que acompanhar: a extensão do ciclo de aperto monetário por lá pode resultar na fuga de dólares de mercados emergentes, incluindo o Brasil. Este movimento migratório de capital daqui para os EUA tem impacto direto no câmbio, que pode ficar pressionado e levar a uma alta do dólar contra o real, que por consequência final pode trazer nova pressão inflacionária.

Datas das reuniões: 1/2, 15/3*, 3/5, 14/6*, 26/7, 20/9*, 1/11 e 13/12*.
*nestas datas também teremos novas projeções e discurso da presidente do Fed, Janet Yellen

Reuniões do BCE e do BoJ
Outras decisões de política monetária que tradicionalmente são acompanhadas pelo mercado são as do BCE (Banco Central Europeu) e do BoJ (Bank of Japan). Na Europa, o mercado monitora especialmente a extensão o "quantitative easing" (programa que consiste na injeção de capital na economia via compras de títulos do mercado feitas pelo Banco Central). Em dezembro, o presidente do BCE, Mario Draghi, anunciou uma prorrogação do prazo final do programa, que passou de março para dezembro de 2017, mas diminuiu o ritmo de compras mensais de € 80 bilhões para € 60 bilhões.

Datas das reuniões do BCE: 19/1, 09/3, 27/4, 08/6, 20/7, 07/9, 26/10 e 14/12.
Datas das reuniões do BoJ: 31/1, 16/3, 26/4, 16/6, 20/7, 21/9, 31/10 e 21/12. 

Por que acompanhar: juros negativos e quantitative easing são dois programas que ajudam a promover maior liquidez nos mercados, e qualquer sinalização de mudanças nestes estímulos pode afetar os mercados emergentes. Vale lembrar que atualmente há cerca de US$ 13 trilhões aplicados em rendimentos que pagam juro próximo de 0%.

12 de fevereiro e 23 de abril: Eleições na Alemanha e na França
Dois países europeus elegerão novos presidentes em 2017: França (23 de abril) e Alemanha (12 de fevereiro). Os resultados são aguardados com apreensão porque, nos dois casos, é possível que partidos de extrema-direita sejam os mais votados nas urnas. A atenção dos investidores também se voltará para a Corte Constitucional da Itália, que dará a decisão final sobre a legitimidade do sistema eleitoral do país em 24 de janeiro. Além disso, o país passa por um importante processo de mudanças após a derrota do ex-primeiro-ministro Matteo Renzi em um referendo em dezembro, o que levou a sua renúncia e deve acarretar em uma nova eleição, que, por fim, pode iniciar um processo de saída do país da zona do euro.

Por que acompanhar: Estas eleições em especial têm atraído a atenção do mercado por conta das consequências econômicas que podem ter. Os candidatos populistas e de extrema direita que têm ganhado competitividade recentemente em meio a um cenário de crescimento modesto, desemprego relativamente alto e a questão migratória nutrem também um sentimento "anti-euro". "Os mercados vão monitorar os resultados porque estes países podem caminhar na direção de um sentimento anti-euro, anti-integração, que já esteve presente em outros episódios, como o Brexit”, diz o economista e sócio da Tendências.

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Reuniões do Copom
Uma vez iniciado o ciclo de corte de juros com duas reduções de 25 pontos-base em 2016, que levaram a Selic para 13,75% ao ano, economistas e investidores ainda se dividem sobre a magnitude dos cortes ao longo de 2017. Segundo o Focus - boletim de projeções divulgados toda segunda-feira pelo Banco Central -, estima-se que a taxa básica de juros deve encerrar 2017 em 10,50%. O BTG Pactual, por exemplo, projeta 6 cortes de 50 pontos-base e outros 2 de 25 pontos-base ao longo do ano, levando a Selic para 10,25% no fim do ano. O Credit Suisse, por sua vez, trabalha com uma taxa de juros em 11,00% no final de dezembro. 

Por que acompanhar: a taxa de juros está diretamente relacionada à inflação e à atividade econômica. Se por um lado a Selic em níveis elevados contribui para a convergência do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), por outro acaba por pesar ainda mais para a recessão porque encarece o crédito, inibe o consumo e os investimentos. A expectativa é que os cortes ao longo de 2017 aliviem a depressão da economia e abram caminho para a recuperação do PIB (Produto Interno Bruto). Vale mencionar que a taxa de juros baliza o retorno esperado dos investimentos em renda fixa - ou seja, quanto menor os juros, menos atrativa fica a renda fixa em relação à Bolsa.

Data das reuniões: 11/1, 22/2, 12/4, 31/5, 26/7, 06/9, 25/10 e 6/12.

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- Há espaço para a Selic de um dígito, diz Zeina Latif à InfoMoney TV
- As 5 formas como a queda da taxa de juros impacta a Bovespa

22 de fevereiro: leilão de concessões
Parte importante dos planos do governo federal para retomar o crescimento são os 34 leilões e concessões em infraestrutura do PPI (Programa de Parceria em Investimento). Ao todo são 25 projetos de rodovias, ferrovias, portos, aeroportos, além de blocos exploratórios de petróleo e gás natural, com divulgação de editais distribuída ao longo do ano, mas sem datas confirmadas.

O governo de São Paulo também pretende conceder quatro lotes de concessões rodoviárias, sendo esperados investimentos da ordem de R$ 110 bilhões no plano federal e R$ 3,9 bilhões no estadual. A primeira será o lote "Rodovias do Centro Oeste Paulista", que teve o edital do leilão publicado em setembro com a abertura das propostas para o lote prevista para o dia 22 de fevereiro. O investimento estimado no trecho ao longo de 30 anos de concessão é de R$ 3,9 bilhões.

Segundo a Artesp, o próximo lote a ter o edital publicado é o da "Rodovia dos Calçados", que já passou pela fase de consulta pública - o investimento previsto para o trecho, de cerca de 747 quilômetros, é de R$ 4,6 bilhões ao longo de 30 anos. O lote atravessa as regiões de Bauru, Franca, Itapeva, Ribeirão Preto e Sorocaba, entre outras. Os outros lotes que serão leiloados pelo governo estadual incluem o Trecho Norte do Rodoanel Mario Covas e um trecho de rodovias que cruzam o litoral paulista.

Por que acompanhar: As concessões são peça fundamental do plano de atração de investimentos e uma das grandes apostas da equipe econômica para a retomada do crescimento. O mercado vai monitorar o interesse de empresários nestes leilões porque ele representa também um termômetro da confiança dos investidores na capacidade do governo de conduzir a economia. Na Bovespa, o impacto destas concessões deve ser grande para empresas de infraestrutura e transportes. É o caso de CCR, Ecorodovias, Rumo, Randon e Mills, que devem ou participar diretamente das dos leilões e ter seus negócios expandidos ou se beneficiar indiretamente do reaquecimento do setor de logística.

Saiba mais:
- As 6 ações beneficiadas com o bilionário plano de concessões de Temer (e duas decepções)

Reforma da Previdência
Ainda sem data específica, a reforma da Previdência deve começar a ser discutida no Congresso tão logo ocorra a eleição para presidente da Câmara dos Deputados (veja mais abaixo). Pelo calendário ideal do presidente, a reforma deve estar aprovada ainda no primeiro semestre de 2017 para que, no segundo semestre, seja discutida e votada no Senado. A preocupação de Temer é encerrar a discussão e votação da reforma da Previdência até o final do ano que vem para que, segundo ele, a discussão não seja contaminada com o calendário eleitoral de 2018.

Por que acompanhar: Após a aprovação da PEC to Teto dos Gastos, a reforma da Previdência é a prioridade zero do governo federal no âmbito do ajuste fiscal. Especialistas consideram que limitar os gastos com aposentadorias é necessário para que o limite do gastos públicos estabelecido para os próximos 20 anos seja efetivo.

Saiba mais:
15 perguntas e respostas para você entender o que está em jogo na Reforma da Previdência

Eleição da Câmara e no Senado
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) marcou a eleição na Casa para dia 2 de fevereiro, às 9h (horário de Brasília). Os candidatos devem fazer o registro de sua candidatura até às 23h do dia 1º de fevereiro. Até às 12h desse mesmo dia, os partidos podem formar blocos parlamentares para concorrer. Serão eleitas, além da presidência, duas vice-presidências, quatro secretarias e quatro suplências de secretaria. O mandato dos eleitos será de dois anos.

Para se eleger em primeiro turno, o candidato tem que receber metade mais um do total de votos e o quórum mínimo é de 257 deputados. Se a eleição for para segundo turno, é eleito quem obtém maioria simples dos votos. Em caso de empate, o primeiro critério é o número de legislaturas e depois a idade (vence o mais idoso). Qualquer deputado pode concorrer. Além de Maia, nomes fortes na disputa são do líder do PSD, Rogério Rosso (DF), o líder do PTB, Jovair Arantes (GO) e o deputado André Figueiredo (PDT-CE), ex-ministro das Comunicações do governo Dilma.

Na mesma época também deve ocorrer a eleição no Senado, mas ainda não há data marcada e nem um rito estabelecido para todo o processo. O favorito para assumir a presidência da Casa é o líder do PMDB, Eunício Oliveira (CE), mas a disputa ainda dentro do PMDB não está resolvida e são circulados os nomes do presidente nacional do PMDB, Romero Jucá (RR) e Roberto Requião (PR), como possíveis candidatos. Outro nome forte é o de José Medeiros (PSD-MT).

Por que acompanhar: Os presidentes das duas Casas do Legislativo são essenciais para a tramitação das medidas econômicas de interesse do governo federal uma vez que são capazes de determinar o ritmo das votações. Para o presidente Temer, ter aliados nestas posições pode ser a diferença entre o sucesso ou o fracasso das medidas do ajuste fiscal.

Saque das contas inativas do FGTS
Anunciado antes do Natal pelo governo, o saque do saldo das contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) só poderá ser feito a partir de fevereiro. O Ministério do Planejamento ainda irá anunciar um calendário de saque com base na data de nascimento dos trabalhadores. Com potencial para injetar até R$ 30 bilhões na economia, a medida permitirá que cerca de 10,2 milhões de trabalhadores retirem todo o saldo das contas inativas até 31 de dezembro de 2015. Contas inativas são aquelas contas do FGTS que não recebem mais depósito do empregador porque o trabalhador foi demitido ou saiu do emprego.

Por que acompanhar: O montante equivale a 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) e tem o objetivo de reaquecer a economia no curto prazo. Apesar de polêmica, a medida foi vista como positiva por economistas porque permite ao trabalhador quitar dívidas que cobram juros mais altos ou aplicar os recursos em investimentos que rendem mais que o FGTS.

Delações da Odebrecht
Considerada a grande delação a ser apresentada, este acordo dos executivos da Odebrecht promete afetar todo o mundo político brasileiro. Foram 77 delações encaminhadas pela Procuradoria-Geral da República e o ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou que ele e sua equipe trabalharão durante o mês de janeiro, durante o recesso, para analisar toda a documentação.

Com isso, logo na volta do recesso do judiciário, em 2 de fevereiro, deve ocorrer a homologação das delações, momento em que seu conteúdo estará disponível para as autoridades e que deve ter início as operações e decisões sobre o que será feito. Dado o conteúdo, prisões de políticos devem ocorrer.

Por que acompanhar: Como ocorreu nas últimas delações, o vazamento de denúncias tem tido impactos significativas em Brasília e já resultou na renúncia de ministros e obrigou aliados próximos e o próprio presidente Temer a dar explicações sobre envolvimentos em transações, no mínimo, duvidosas. A depender do impacto das novas informações, o aprofundamento da crise política e as potenciais manifestações de rua contra a corrupção podem levar, em última ordem, à perda de sustentação do governo Temer no Congresso.

Cassação da chapa Dilma/Temer
Tramitam no TSE quatro ações que pedem a cassação da chapa de Dilma e Temer – duas Aijes (Ações de Investigação Judicial Eleitoral), uma Aime (Ação de Impugnação de Mandato Eleitoral) e uma representação. O ministro Herman Benjamin herdou em agosto a relatoria de todas elas, quando tomou posse como corregedor.

Em caso de uma condenação, como a petista já foi afastada do cargo, o atual presidente é quem poderia estar sujeito à perda de mandato. Em tese, Dilma também poderia se tornar inelegível – no julgamento do impeachment ela teve mantidos os direitos políticos. Não há data para a conclusão destes processos. Benjamin disse que o caso "é o maior processo da história" do TSE e que sua decisão será "histórica".

Por que acompanhar: A tramitação deste processo tem potencial de trazer mais turbulência à já conturbada situação política do país. Como podem resultar na cassação de Temer, existe a chance de convocação de novas eleições ou de eleições indiretas, o que traria um novo período de intensa imprevisibilidade aos mercados e certamente adiaria a implementação de medidas econômicas e, consequentemente, da retomada do crescimento.

Saiba mais:
Caso chapa Dilma-Temer seja cassada em 2017, TSE diz que convocará eleições diretas; entenda

Confira o calendário completo do ano de 2017:

Janeiro

02 -  Feriado de Ano novo (mercado fechado nos EUA)

11 - Reunião do Copom

16 -  Feriado de Dia de Martin Luther King (mercado fechado nos EUA)

19 -  Reunião do BCE

20 -  Posse de Donald Trump

24 -  Votação sobre lei eleitoral na Itália

25 - Feriado de aniversário de São Paulo (Bolsa fechada)

31 -  Reunião do Bank of Japan

Fevereiro

01 -  Reunião do Fomc

02 - Eleição para presidente da Câmara dos Deputados

12 -  Eleição presidencial na Alemanha

20 -  Feriado nos EUA de aniversário de George Washington (mercados fechados)

22 - Reunião do Copom

22 - Leilão de rodovias de São Paulo

27 e 28 - Feriado de Carnaval no Brasil (mercado fechado)

Esperado em fevereiro (sem data prevista):
*Divulgação do calendário de saques das contas inativas do FGTS
*Homologação das delações de executivos da Odebrecht na Operação Lava Jato

Março

01 - Quarta-feira de cinzas (Bovespa abre às 13h)

09 -  Reunião do BCE

15 -  Reunião do Fomc com novas projeções e discurso de Yellen

16 -  Reunião do Bank of Japan

18 -  Posse do novo presidente da Alemanha

Esperado em março (sem data prevista):
*Continuidade do processo de saída do Reino Unido da União Europeia

Abril

12 - Reunião do Copom

14 -  Feriado de sexta-feira Santa (mercados fechados no Brasil e nos EUA)

21 - Feriado de Tiradentes (mercado fechado no Brasil)

23 - Primeiro turno das eleições presidenciais na França

27 -  Reunião do BCE

27 -  Reunião do Bank of Japan

Maio

01 - Feriado de Dia do Trabalho (mercado fechado no Brasil)

03 -  Reunião do Fomc 

07 - Segundo turno das eleições presidenciais na França

29 -  Feriado nos EUA do Dia da Lembrança (mercado fechado nos EUA)

Junho

08 -  Reunião do BCE

14 -  Reunião do Fomc com novas projeções e discurso de Yellen

15 - Feriado de Corpus Christi (mercado fechado no Brasil)

16 -  Reunião do Bank of Japan

Julho

03 -  Mercados dos EUA fecham às 13h, no horário local, devido ao Dia da Independência

04 -  Feriado de Dia da Independência dos EUA (mercado fechado nos EUA)

20 -  Reunião do Bank of Japan

20 - Reunião do BCE

26 -  Reunião do Fomc

Agosto

Nenhum evento previsto neste mês

Setembro

04 -  Feriado do Dia do Trabalho nos EUA (mercado fechado)

07 - Feriado de Independência (mercado fechado no Brasil)

07 - Reunião do BCE

20 -  Reunião do Fomc com novas projeções e discurso de Yellen

21 -  Reunião do Bank of Japan

Outubro

12 - Feriado do Dia de Nossa Senhora Aparecida (mercado fechado no Brasil)

26 - Reunião do BCE

31 -  Reunião de Bank of Japan

Novembro

01 -  Reunião do Fomc

02 - Feriado do Dia de Finados (mercado fechado no Brasil)

15 - Feriado de Proclamação de República (mercado fechado no Brasil)

20 - Feriado do Dia da Consciência Negra (mercado fechado no Brasil)

23 -  Feriado de Dia de Ação de Graças (mercado fechado nos EUA)

24 -  Mercados dos EUA fecham às 13h, no horário local, devido ao Dia de Ação de Graças

Dezembro

13 -  Reunião do Fomc com novas projeções e discurso de Yellen

14 - Reunião do BCE. Previsão de fim do programa de relaxamento quantitativo

21 -  Reunião do Bank of Japan

25 -  Natal (mercados fechados) 

29 - Último dia útil do ano (mercado fechado no Brasil)

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(Reprodução)

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