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Stock Pills: O que uma gestora de mais de R$ 9 bilhões enxerga na Oi

Bernard Holcman, sócio e analista de renda variável da Ibiuna Investimentos, explica por que a gestora está comprada em ações da Oi

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Existem duas certezas na vida do Stock Picker: uma é a morte e a outra é que um ouvinte/seguidor perguntará “o que fazer com as ações da Oi?”

Para estes ouvintes curiosos que trouxemos no Stock Pills dessa semana uma análise sobre a mais complicada das companhias do previsível setor de telecomunicações. A análise de OIBR3 foi feita por Bernard Holcman, sócio e analista de renda variável da Ibiuna Investimentos – gestora que administra mais de R$ 9 bilhões. A gestora possui posição comprada em OIBR3.

Em recuperação judicial desde junho de 2016, a Oi só conseguiu implementar as iniciativas acordadas no plano em 2018, reduzindo seu endividamento de R$ 45 bilhões para R$ 14 bilhões.

Bernard abre a tese lembrando que “quanto mais complexa uma empresa, maior o retorno e também maior o risco. E para quem investe em turnarounds quanto mais complexo e pior, melhor”. Ele respondeu minuciosamente três perguntas importantes para o futuro da empresa: 1) Qual a nova estratégia da Oi; 2) Quem são as pessoas que vão tocar esse plano?; 3) O que a empresa está entregando para mostrar que seu plano está encaminhado?

Seja você otimista ou pessimista com o futuro da Oi, a análise do Holcman traz uma profundidade suficiente para não ser ignorada por nenhum stock picker.

Veja abaixo o Stock Pills que o Bernard fez para o Stock Pickers e tire as suas próprias conclusões.

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O Stock Pills dessa semana traz a análise do sócio e analista de renda variável da @ibiunainvestimentos, Bernard Holcman, sobre uma das empresas mais polêmicas da bolsa: Oi (OIBR3). Isso porque no passado foi uma ação que gerou dor de cabeça (e no bolso) em bastante gente. A Oi é uma empresa em recuperação judicial, com inúmeros desafios para se tornar rentável e diante de um setor que necessita de bastante investimento. Saber o momento em que ela se encontra, entender o negócio de telecomunicações e conhecer as pessoas que estão tocando a transformação (ou turnaround) dela são etapas essenciais que todo investidor de Oi deveria se perguntar. Caso ainda não tenham se perguntado, o Pills de hoje traz uma resposta bem completa e otimista sobre cada uma dessas etapas. Mesmo otimista, Bernard faz uma ressalva muito importante: “quanto mais complexa a empresa, maior o retorno mas também maior o risco. E para quem investe em turnarounds quanto mais complexo e quanto pior, melhor”.

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