Stock Pickers

Olhe para a China e entenda por que esses gestores investem em shoppings

Apocalipse do varejo físico não deve acontecer no Brasil como nos Estados Unidos

Se você quer saber o que vai ser do varejo brasileiro no futuro, pare de olhar para a Amazon e Estados Unidos e comece a prestar atenção na China.

Essa não é a nossa opinião, mas a dos dois convidados do Stock Pickers desta quinta-feira.

Beatriz Fortunato, da Studio, e Rodrigo Heilberg, da HIX, estão de volta pela segunda semana seguida (a conversa foi tão rica que preferimos dividir em dois episódios). 

Ambos têm posição em empresas do setor de shoppings — a primeira em Multiplan e Iguatemi e o segundo em Jereissati, a holding que controla o próprio Iguatemi. 

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O que sustenta a tese são duas ideias: a de que o setor de shoppings brasileiro é muito diferente do americano e de que o e-commerce brasileiro está caminhando para se tornar algo muito mais parecido com o chinês que com o dos Estados Unidos. 

“Esse ideia de que os shoppings estão acabando nos Estados Unidos e que as lojas físicas vão acabar está dominando [o mercado], e acabamos esquecendo que no Brasil a o caso é muito diferente”, diz Fortunato. “Lá existem muito mais lojas físicas que aqui e os shoppings no Brasil são muito mais voltados para experiência e entretenimento”, afirma.

“O e-commerce brasileiro está indo para um caminho mais chinês que americano, que tem maior relevância dos pontos físicos. Iniciativas de ship from store e click and collect (envio da loja e compra online e retirada da loja) são muito relevantes no e-commerce e os shoppings vão ter um papel importante nisso”, conclui.

Para ouvir as teses completas é só clicar no botão acima e ouvir.

Tempo é dinheiro

Você vai perceber, caro ouvinte, que neste episódio vamos gastar um pouco menos de tempo que o normal para lhe apresentar as ideias dos gestores. Deixem sua opinião abaixo.