Stock Pickers

Oi, Via Varejo e Cogna: o que um gestor agnóstico pensa delas?

Luiz Aranha, um dos gestores mais agnósticos do mercado, opina sobre as mais queridas das pessoas físicas.

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Loja da Oi Móvel/Oi telecomunicações em São Paulo
Loja da Oi Móvel/Oi telecomunicações em São Paulo (Foto: Paulo Fridman/Corbis via Getty Images)
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Oi, Via Varejo e Cogna são as três ações que mais despertam paixões e o espírito de torcedor de uma legião de investidores hoje na Bolsa, principalmente as pessoas físicas.

Basta olhar o Twitter, as lives que fizemos sobre Oi e Cogna e a quantidade de investidores comprados em opções que viraram pó ontem.

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Diante de tanta paixão, resolvemos convidar um dos gestores mais agnósticos que conhecemos para avaliar as ações neste episódio extra do Stock Pickers.

Luiz Aranha, da Moat, tem posições nos três papéis preferidos das pessoas físicas, em quantidades diferentes. “O número de pessoas físicas na ação não muda nada. Não melhora a capacidade de empresa gerar caixa e gera ruído. Mas isso é bom, porque também gera muito mais escrutínio. É muito saudável”, resume.

“Cogna é a empresa mais bem preparada para lidar com as mudanças na educação, mas está passando por um processo difícil de perda de receitas do Fies”, afirma. “Oi tem ativos de bastante qualidade, que estão sendo precificados bem acima da sua dívida.

Mesmo assim a relação entre quanto vale os ativos e a dívida ainda está bastante assimétricas. Muitas empresas estão interessadas neles”. “Via Varejo era uma empresa que não valia nada, mas tinha ativos de qualidade, marca excelente e potencial. Agora já andou várias casas, aguenta bastante desaforo. É um turn around”, afirma.

Para ouvir as opiniões completas do Luiz Aranha, é só clicar no botão acima.

 

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