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Dá para pensar em ESG com Vale e JBS na carteira?

Esses dois gestores dizem que sim.

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No mundo das ações, a sigla ESG representa “enviromental, social and governance”, ou ambiental, social e governança.

Investidores ou empresas chamados de ESG são os que levam em consideração critérios ligados a essas três questões ao avaliar empresas e negócios.

O assunto é realmente controverso. No mercado existe quem encare o assunto de forma binária, tirando do seu radar as empresas que não se saem bem nesses critérios, e quem o encare como um processo. Para o segundo tipo de investidor, seu papel é acompanhar o que a empresa faz para melhorar sua performance nos critérios ESG ao longo do tempo.

E quando nós encontramos um assunto do mercado de ações controverso, o que nós fazemos? Gravamos um episódio. 

A ideia dele surgiu de uma conversa que tivemos para conhecer a equipe da BLP Asset, qual conhecemos Pedro Leduc, um analista que acompanha JBS há 12 anos. Na época do Joesley Day, quando trabalhava no JP Morgan, ele recomendou a venda da ação, mas hoje afirma que ela se encaixa no ESG. O resto da reunião tornou-se uma longa conversa sobre JBS.

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Na semana seguinte, nos reencontramos com Thomas Mello, um profundo conhecedor de Vale (ele cobre a empresa há 26 anos). Falamos para ele essa tese de JBS ele afirmou que, na sua opinião o mesmo valia para a Vale. 

Meses depois, estão os dois aqui, neste episódio. Para escutar, é só apertar o play acima.