Zema critica “frutas podres” no PL e acusa PT de populismo em ano eleitoral

Pré-candidato do Novo ao Planalto diz que legenda "talvez seja o partido mais à direita do país"

Caio César

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Foto: Gil Leonard / Imprensa MG
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Foto: Gil Leonard / Imprensa MG

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O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo), afirmou nesta segunda-feira (13) que o Partido Liberal (PL) tem algumas “frutas podres”. A declaração foi feita em conversa com jornalistas após sua participação em evento da Associação Comercial de São Paulo.

Ao ser questionado sobre o PL, Zema disse que há problemas internos na sigla e “algumas frutas podres” que se desalinham dos princípios defendidos pelo partido. Segundo o ex-governador, o Novo seria o único partido que de fato barra candidatos e parlamentares que se afastam das diretrizes da legenda. “Quem pega as propostas do Novo vai concluir que talvez seja o partido mais à direita do Brasil”, afirmou.

Críticas ao PT

Durante o evento, o ex-governador também criticou a condução do Partido dos Trabalhadores e classificou como “populismo” o debate sobre o fim da escala 6×1.

“O Lula e o PT estão aproveitando o momento eleitoral para dar o que eles consideram um prêmio, que na verdade é nocivo para boa parte da população. É o populismo do PT e nós não podemos esperar nada diferente”, disse.

Zema também atacou diretamente a gestão de Lula e a atuação do ex-governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), a quem classificou como o “pior da história”. “Além do desastre do Brasil do PT, teve o desastre em Minas do PT. O diabo mandou para Minas Fernando Pimentel, que foi o pior governador da história”, declarou.

Plano de governo

Romeu Zema está em São Paulo para apresentar as diretrizes do plano de governo que pretende lançar junto com sua candidatura à Presidência. Em nota, o ex-governador afirma que o plano foi elaborado em parceria com o Instituto Libertas e tem como prioridades o combate à corrupção e o enfrentamento de privilégios no setor público.

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Zema destacou que o documento busca apresentar “soluções concretas para os principais desafios do país”, indo além de uma simples lista de intenções.