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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou, na quarta-feira (7) que presenciou Bolsonaro “pedindo para Deus levá-lo” durante um episódio de intenso sofrimento enquanto recebia atendimento médico no hospital DF Star, em Brasília.
“Eu vi ele pedindo para Deus levá-lo, porque ele não aguentava mais a dor que estava sentindo”, destacou Michelle em conversa com jornalistas em frente ao hospital. “O Jair é uma pessoa que já se acostumou a viver com a dor, desde 2018, mas por três vezes dentro do hospital eu vi ele pedindo para Deus busca-lo porque ele não aguentava.
A defesa do ex-presidente pede que a prisão cumprida na sede da superintendência da Polícia Federal em Brasília seja convertida em prisão domiciliar. Michelle reiterou as críticas a demora na assistência médica e disse que vão entrar novamente com o pedido de prisão domiciliar para que possa cuidar pessoalmente do marido.
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“Modo sobrevivência”
A ex-primeira-dama também reforçou que o marido tem se acostumado a conviver com a dor constante, entrando em um “modo de sobrevivência”. “Ele se acostumou, a estar nessa zona de sofrimento, ele trabalha isso mentalmente, até para estar vivo, ele já ligou esse modo sobrevivência”, disse.

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Exames, que incluíram tomografia e ressonância magnética, identificaram um traumatismo craniano leve, disse seu médico
Jair Bolsonaro sofreu uma queda durante a madrugada da terça-feira (3) na Superintendência da Polícia Federal. Desde então, o ex-presidente passou por exames neurológicos para avaliar possíveis danos.
A ex-primeira-dama relatou que Jair não se lembrava se a queda ocorreu de fato na madrugada ou durante a noite anterior, tendo apresentado confusão mental após a queda.
Os exames, que incluíram tomografia e ressonância magnética, identificaram um traumatismo craniano leve. No entanto, o médico de Bolsonaro, Brasil Caiado, destacou que não há motivo de preocupação, já que nenhuma lesão intracraniana foi detectada.