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TSE quer 4 milhões de eleitores votando em urnas biométricas, até 2010

Tribunal quer aumentar de 43 mil para 4 milhões o número de eleitores votando a partir da identificação da impressão digital

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SÃO PAULO – O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) quer aumentar o número de eleitores aptos a votar em urnas biométricas, de 43 mil para 4 milhões até 2010. Essas urnas possibilitam a identificação do eleitor por meio de suas impressões digitais.

O presidente do Tribunal, Ayres Britto, discutiu o assunto na última quinta-feira (19), com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo. De acordo com a Agência Brasil, seriam necessárias a produção de 100 mil urnas eletrônicas biométricas em 2009, para alcançar a meta.

Orçamento

Para produzir todas as máquinas, o custo estimado é de R$ 250 milhões. Segundo Britto, o ministro Paulo Bernardo afirmou que há dificuldades orçamentárias, mas que o governo se empenhará para viabilizar esse projeto.

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A projeção do TSE é que, em um prazo de seis a oito anos, seja feita a primeira eleição totalmente biométrica do País. As vantagens, segundo o tribunal, são a maior segurança no combate às fraudes e o menor custo administrativo.

Na eleições municipais de 2008, os eleitores das cidades e Fátima do Sul (MS), São João Batista (SC) e Colorado D’Oeste (RO) já votaram com esse sistema.

Documento unificado

Britto também informou ter conversado com Lula sobre a adoção de um documento de identificação único, que permitiria ao eleitor votar em qualquer cidade. O documento seria um cartão magnético, com um chip, que unificaria as carteiras de identidade, de habilitação, o título de eleitor e o CPF.

“Estamos caminhando na direção do voto em trânsito. Em qualquer lugar do País, a pessoa vota e não precisa, portanto, se justificar porque não teve como votar, e a fraude será combatida com muito mais eficácia”, considera Britto.