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Tombini vê juro real em queda no Brasil e vocação para crescimento sustentado

Tendência de médio prazo é que País busque níveis inferiores de juro real; reservas garantem segurança do sistema financeiro

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SÃO PAULO – O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou nesta terça-feira (5) que, no médio prazo, o juro real no Brasil deverá convergir para níveis menores que os praticados nos últimos anos.

Em reunião da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, o chefe da autoridade monetária também ressaltou que as ações de política monetária, combinadas à política fiscal e medidas macroprudenciais fizeram efeito sobre a inflação, moderando o crescimento da atividade doméstica.

Mais uma vez, o presidente do BC reforçou a busca da convergência da inflação ao centro da meta por meio da combinação dos instrumentos fiscais e monetário, mas reforçou que a autoridade não deixará de lançar mão de mudanças na taxa básica de juro.

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“Temos algumas indicações de que a demanda vem se moderando, que a economia vem crescendo em níveis mais compatíveis com a capacidade de oferta. Isto vai ajudar no processo de convergência da inflação para a meta de 4,5%”, disse Tombini, segundo a Agência Brasil.

Segurança e crescimento
Tombini também procurou tranquilizar os senadores no que diz respeito à segurança do sistema financeiro, dados os níveis de reserva atualmente detidas. 

A visão do chefe do BC é que a economia brasileira possui vocação para uma trajetória de crescimento forte e sustentado nos próximos anos, em função dos ganhos de produtividade e oportunidades de investimento resultantes dos grandes eventos esportivos e da exploração de recursos da camada pré-sal.