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Massacre em Manaus

Temer quebra silêncio e anuncia construção de 5 presídios federais e R$ 150 mi para bloqueadores de celular

O presidente promove uma reunião com o núcleo institucional do governo, que discute, entre outros temas, questões de segurança e de defesa após o massacre em Manaus, classificado por ele como "acidente pavoroso"

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SÃO PAULO – Após a visita ao Amazonas do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, para uma vistoria sobre a situação carcerária no estado, o presidente Michel Temer promove nesta quinta-feira (5) uma reunião com o núcleo institucional do governo, que discute, entre outros temas, questões de segurança e de defesa. De acordo com o Palácio do Planalto, o encontro não foi marcado às pressas em função do massacre que matou 56 pessoas em uma penitenciária amazonense. Segundo o governo, o encontro marca a retomada de reuniões de Temer com diferentes setores do governo, a exemplo dos núcleos econômico e de infraestrutura. Criado em junho do ano passado, o núcleo institucional discutiu, na época, os preparativos para os Jogos Olímpicos do Rio.

Antes do início da reunião, Michel Temer falou sobre a questão de segurança ao vivo. O presidente afirmou se solidarizar com as famílias das vítimas do “acidente pavoroso” ocorrido no Amazonas. Ele citou os grandes problemas de segurança nos estados federados, que frequentemente pedem ajuda para a União e deu o exemplo do apoio durante as Olimpíadas do Rio, tratando sobre a “necessidade imperiosa” de a União entrar no sistema de segurança. “Se a segurança é questão estadual, a preocupação gerada nos últimos tempos a transforma numa questão nacional”, afirmou.

O presidente afirmou ser “preciso agir” e apontou que serão construídos mais 5 presídios federais, com 200 a 250 vagas cada, para lideranças de maior periculosidade. “Isso leva tempo”, afirmou. Ele disse que os presídios que vierem a ser construídos terão prédios distintos: um para os delitos de maior “potencial ofensivo”, outro para os de menor. Além disso, foi anunciada a liberação de R$ 150 milhões para bloqueadores de celular.  

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