Educação

Temer anuncia criação de 75 mil vagas para o Fies no 2° semestre deste ano

Em pronunciamento, Temer afirmou que educação é prioridade para seu governo; as novas vagas somam-se às 147 mil vagas criadas no 1° semestre desde ano

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SÃO PAULO – O presidente interino Michel Temer autorizou na tarde desta quinta-feira (16), em cerimônia realizada em conjunto com o ministro da Educação, Mendonça Filho, a criação de mais 75 mil vagas para o Fies (programa de financiamento estudantil do governo) no 2° semestre deste ano.

Durante a cerimônia, Temer destacou que, em um mês, o governo já anunciou várias ações no setor. O presidente em exercício afirmou que educação é prioridade para seu governo, lembrando que essas vagas somam-se às 147 mil vagas criadas no 1° semestre desde ano. “Estamos voltados para dar prioridade à educação”, disse.

Segundo Mendonça Filho, a medida mostra “o compromisso do governo do presidente Michel Temer no sentido de assegurar a continuidade de políticas públicas que atendem a necessidade dos estudantes brasileiros”. O ministro afirmou que, em 2015, o Fies ofereceu 278 mil vagas para estudantes.

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Juntamente com a criação de 75 mil vagas, Mendonça Filho anunciou a elevação da renda média mensal dos atendidos pelo Fies, de 2,5 salários mínimos para 3 salários mínimos. “Nosso desejo é ampliar o número de famílias atendidas pelo Fies”. As inscrições do programa vão de 24 a 29 de junho. 

Prioridade para a Educação
De acordo com Temer, a abertura de 75 mil vagas para o Fies é uma sinalização de que a educação será prioridade da sua gestão. 

“Como dizem por aí que não teremos educação como prioridade [no governo] quero revelar em brevíssimo tempo que a educação é prioridade para o governo. A primeira ideia que o ministro [da Educação, Mendonça Filho] trouxe foi essa de ampliar [as vagas para o Fies], até em número significativo. São 75 mil vagas, importando em R$ 450 milhões”, enfatizou o presidente interino. 

Temer disse que, que antes de anunciar o aumento do número de vagas no Fies, pediu que o ministro Mendonça Filho conversasse com os ministros Dyogo Oliveira, interino do Planejamento, e Henrique Meirelles, da Fazenda, para acertar as bases econômicas da proposta.

(Com Agência Brasil)