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O Supremo Tribunal Federal anunciou nesta segunda-feira que jornalistas não terão acesso ao plenário da Corte durante o julgamento sobre as mensagens enviadas pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro ao ministro Alexandre de Moraes. Só poderão assistir presencialmente ao debate dos magistrados pessoas “credenciadas”, que terão de lacrar seus celulares, desligados, em sacolas de segurança enquanto durar a sessão desta terça-feira
Segundo nota divulgada pelo STF nesta tarde, jornalistas terão acesso apenas à marquise do prédio do STF – não ao plenário da Corte máxima. Ainda de acordo com o texto, só poderão assistir ao julgamento presencialmente “pessoas credenciadas”, que terão de lacrar seus celulares, desligados, em sacolas de segurança, durante a sessão.
Inicialmente, a Corte divulgou o credenciamento de acesso ao plenário para a sessão de terça. No comunicado, publicado na sexta-feira, a entrada seria restrita às “pessoas previamente credenciadas”. Depois, no final de semana, abriu-se um outro credenciamento para que jornalistas pudessem acompanhar a discussão de amanhã em telões que serão colocados na marquise do prédio principal da Corte máxima.

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O GLOBO questionou porque os jornalistas que se credenciaram na primeira lista, de acesso ao plenário, mas não vão poder assistir ao julgamento presencialmente. Ainda não houve retorno por parte da Corte máxima.
Nesta tarde, a assessoria de imprensa do Tribunal informou que o presidente da Corte, Edson Fachin, recebeu “recomendações e sugestões” de ministros para que os repórteres não tivessem acesso ao plenário da Corte.
A informação, no entanto, foi contestada pelo ministro Flávio Dino, que sustentou não ter sido consultado sobre a presença dos jornalistas em plenário. O ministro indicou ainda que se manifestaria pelo acesso da imprensa ao local onde será realizado o julgamento. Na avaliação de Dino, se estarão presentes centenas de pessoas, “não há razão para excluir” os jornalistas.
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