Presidente da Câmara

Rodrigo Maia diz que trabalhará para votar reforma na 2ª ou 3ª semana de maio

"Temos a obrigação de continuar conversando, dialogando, para que a gente possa chegar no mês de maio, na segunda semana, terceira semana, prontos para votar a reforma da Previdência e com número suficiente para que a gente aprove a reforma", afirmou Maia

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou na manhã desta quinta-feira, 27, que vai trabalhar para votar a reforma da Previdência no plenário da Casa na segunda ou terceira semana de maio.

“Temos a obrigação de continuar conversando, dialogando, para que a gente possa chegar no mês de maio, na segunda semana, terceira semana, prontos para votar a reforma da Previdência e com número suficiente para que a gente aprove a reforma”, afirmou Maia.

O parlamentar fluminense também comemorou a aprovação da reforma trabalhista durante votação a quarta-feira à noite. Para ele, a aprovação por 296 votos a 177 foi fruto de uma “reorganização” da base aliada do governo.

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“Tivemos, nas últimas semanas, muitos problemas na articulação das votações, principalmente na base do governo. Tivemos alguns resultados que não esperávamos. Então, se você olhar do ponto de vista do que vem acontecendo nas últimas semanas, certamente a reorganização da base do governo foi muito forte”, afirmou.

De acordo com Maia, se essa reorganização não tivesse acontecido, o placar da votação teria sido menor. “Teríamos ganho, porque é votação de maioria simples, com no máximo 240 votos a 200 votos”, afirmou o parlamentar fluminense.

O presidente da Câmara afirmou que, há 10 dias, a expectativa era a de que a reforma trabalhista fosse aprovada com entre 200 e 240 votos, com um quórum de 450 deputados presentes na Casa. “E conseguimos ampliar a presença e número de votos”, disse.

Abuso de autoridade

Em entrevista, Maia disse ainda que não decidiu qual será o regime de tramitação para o projeto de abuso de autoridade aprovado na quarta pelo Senado. Ele disse, porém, que deve instalar uma comissão especial para discutir a proposta, sinalizando que o projeto não deve tramitar em regime de urgência.