Memória

Rodolpho Tourinho morre aos 73 anos; Senado presta homenagem

Economista, ex-secretário da Fazenda da Bahia (1991-1998) e ex-ministro de Minas e Energia (1999-2001), Rodolpho Tourinho exerceu o mandato de senador entre 2003 e 2007

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O senador Walter Pinheiro (PT-BA) prestou uma homenagem, nesta quinta-feira (7), durante sessão do Congresso Nacional, ao ex-ministro e senador Rodolpho Tourinho, que faleceu na madrugada desta quinta-feira, em São Paulo. Posteriormente, vários senadores registraram a perda no Plenário do Senado.

Economista, ex-secretário da Fazenda da Bahia (1991-1998) e ex-ministro de Minas e Energia (1999-2001), Rodolpho Tourinho exerceu o mandato de senador entre 2003 e 2007, na vaga de Paulo Souto. Atualmente exercia o cargo de presidente-executivo da Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib). Foi também membro do Conselho Superior Estratégico e do Conselho de Infraestrutura da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), entre outras funções que desempenhou. Ele era formado em Economia pela Universidade de São Paulo, e pós-graduado em Economia e Administração de Empresas pela Bradley University, nos Estados Unidos.

Pinheiro se solidarizou com os familiares e destacou que a Bahia e o Brasil perdem um grande expoente da política.

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— Fica a história, inclusive, deste baiano que deixou seu legado, o que escreveu e o que fez, portanto a sua grande contribuição neste Parlamento e em todas as instâncias por onde passou. Uma figura que só engrandece, através de seu nome, toda a historia da Bahia. Fica agora, principalmente, o que ele construiu ao longo de sua vida pública com dedicação e com grande louvor — disse Walter Pinheiro.

Em pronunciamento no Plenário do Senado, no início da tarde desta quinta-feira (7), o senador Otto Alencar (PSD-BA) apresentou requerimento com voto de pesar pela morte do ex-ministro e ex-senador Rodolpho Tourinho, aos 73 anos, em São Paulo.

— Era um exemplo de homem ético, correto, trabalhador que tendo ocupado todos esses cargos ao longo da vida pública, nunca houve quem pudesse fazer uma critica que deslustrasse sua imagem e sua conduta ética e moral. Rodolpho era um baiano querido por todos nós — disse Otto Alencar.