Acusação contra Dilma

“Revoltados on line” acusa Dilma na Comissão Interamericana por violar direitos humanos

O documento afirma que Dilma mantém"conduta reiterada de violação dos direitos humanos garantidos pela Constituição e pelos tratados e convenções internacionais ratificados e em vigor no país"

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SÃO PAULO – O grupo “Revoltados Online” apresentou denúncia contra a presidente Dilma Rousseff na Comissão Interamericana de Direitos Humanos por violação de direitos humanos, informa o jornal O Estado de S. Paulo.

A petição tem 24 páginas e é assinada pela advogada Maristela Basso, que representa o grupo. O documento afirma que Dilma mantém”‘conduta reiterada de violação dos direitos humanos garantidos pela Constituição e pelos tratados e convenções internacionais ratificados e em vigor no país”. 

“Esta conduta compromete o interesse nacional e altera drasticamente o quadro socioeconômico do País, gerando consequências internacionais indesejáveis a um Estado de direito, membro da comunidade das Nações”, afirma.

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O Revoltados Online pede que a Corte  que condene a presidente a “cumprir a promessa pública de respeitar os preceitos constitucionais e de direitos humanos” e que “pague indenização compensatória a todos os brasileiros, o que poderá ser determinado e tornado exequível pelo Sistema Interamericano de Direitos Humanos de forma apenas simbólica, haja vista a impossibilidade material de se apurar valores diante da dramática situação econômico-financeiras na qual os brasileiros se encontram”.

O documento cita a Operação Lava Jato e é acompanhado por 14 documentos, que tratam desde notícias sobre decretos sem aval do Congresso e de liberação de capital para emendas individuais. “A não preservação da ordem pública econômica gerou desequilíbrio drástico do quadro socioeconômico brasileiro”.

A situação econômica do Brasil foi dramaticamente alterada no segundo mandato da Presidente Dilma Rousseff, com consequências irreversíveis no custo da produção, gerando reflexos nos preços praticados para o consumidor final, inclusive nos produtos integrantes da cesta básica. Ademais daqueles relacionados à saúde, educação e segurança pública”, afirmou a advogada. 

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