Renúncia de primeiro-ministro japonês não deve afetar mercado

A especulação é de que substituto de Shinzo Abe manterá política econômica, não alterando previsões de BC ou bolsa

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SÃO PAULO – De acordo com analistas, a renúncia do primeiro ministro japonês, Shinzo Abe, na quarta-feira (12), não traz motivos para preocupações acerca da economia. Pelo contrário, a renúncia pode influenciar positivamente.

A alteração no cargo não trará incertezas à bolsa de Tókio uma vez que seus prováveis substitutos compartilham das idéias econômicas do ex-líder, dizem analistas. Além do mais, o seu afastamento do cargo já era esperado desde a derrota nas eleições para a Alta Câmara, em julho.

A mesma idéia de continuidade está presente nas especulações sobre o futuro do BoJ (Banco do Japão) e da taxa de juro. Especialistas afirmam que a política da autoridade monetária japonesa não mudará, assim como a expectativa acerca do juro básico: ele ainda não será elevado neste mês.

Repercussão?

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Na quarta-feira, o índice Nikkei caiu apenas 0,50%, refletindo mais a cautela diante da crise internacional que eventuais temores em relação à renúncia de Shinzo Abe.