Renan Calheiros pode enfrentar quarto processo no Conselho de Ética

Novas denúncias acusam o senador de integrar um esquema de lavagem e desvio público, além do pagamento de propina

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SÃO PAULO – Renan Calheiros pode ser alvo do quarto processo no Conselho de Ética do Senado. Novas denúncias acusam o senador de integrar um esquema de lavagem e desvio público, além do pagamento de propina.

O P-SOL, autor das outras três representações contra o presidente da Casa, deve ingressar com mais uma caso o Conselho não inclua as novas denúncias em outros processos já existentes contra Renan.

A nova denúncia dá conta de que o senador participou de um esquema de arrecadação de recursos em ministérios comandado pelo PMDB, que teria à frente o empresário Luiz Carlos Garcia Coelho, pai de uma funcionária de Calheiros.

Aliados querem suspender votação

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O senador Wellington Salgado, aliado de Renan, afirmou nesta segunda-feira (3) que pretende apresentar ao Conselho de Ética, na próxima quarta-feira, um recurso para suspender a votação do relatório que pede a cassação do presidente do Senado.

Salgado disse que pediu um estudo a assessores jurídicos para saber se cabe um pedido, com efeito suspensivo, para que a Comissão de Constituição e Justiça decida se o processo de votação será aberto ou secreto.

Na última semana, o Conselho aprovou o voto aberto para decidir se acata o pedido de cassação ou se arquiva a representação.