Ela deve passar

Rejeição é escorregão, não o fim de reforma trabalhista, diz Eurasia

Do ponto de vista específico da reforma trabalhista, rejeição foi um "escorregão", mas não é derrota da reforma, que deve passar, de acordo com João Augusto de Castro Neves

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(Bloomberg) — A rejeição da reforma trabalhista na CAS do Senado mostra que a intensificação da crise política nas últimas semanas afetou a coalizão, sinalizando que o custo para manter a base unida aumentou e governo terá que se reagrupar, diz João Augusto de Castro Neves, diretor do Eurasia Group para Brasil, em entrevista por telefone.

Do ponto de vista específico da reforma trabalhista, rejeição foi um “escorregão”, mas não é derrota da reforma, que deve passar, de acordo com Castro Neves
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