Publicidade
O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), voltou a defender nesta terça-feira (20) medidas para apurar as supostas irregularidades do Banco Master.
“Tudo deve ser investigado, não há nada escondido que não possa ser descoberto: de lavagem de dinheiro a contribuições de campanha. Temos o dever de fiscalizar, cobrar explicações e proteger a economia do País. De quem quer seja, estejam onde estiver”, declarou o senador em seu perfil no X.

Bolsonaro dirá a Tarcísio que Planalto descartado e reeleição em SP fundamental
Declaração do senador ocorre às vésperas de encontro autorizado por Moraes

Flávio sofre resistência de evangélicos e segmento insiste em chapa Tarcísio-Michelle
Líderes religiosos lêem articulação por domiciliar como sinal de força e coordenação política e insistem em alternativa eleitoral considerada mais competitiva para 2026
Randolfe classificou o caso como “um dos maiores crimes contra o sistema financeiro nacional já ocorridos na história de nosso País” e listou as medidas que apoiará:
Continua depois da publicidade
- A atuação e fiscalização do Banco Central que merecem a nossa homenagem;
- As investigação que estão em curso por parte do Ministério Público e Polícia Federal;
- O Grupo de Trabalho, criado pelo presidente Renan, no âmbito da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE);
- Quaisquer iniciativas de CPI ou CPMI que estejam tramitando no Congresso Nacional.
Randolfe será um dos integrantes do grupo de trabalho criado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para supervisionar as investigações.
O grupo será instalado na primeira semana de fevereiro, será coordenado por Renan Calheiros (MDB-AL) e também terá a participação de integrantes da oposição.