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Eleições

PSB diz que empresários emprestaram avião para Eduardo Campos

Em nota, partido afirmou que prestaria contas no final da campanha; vice de Marina, Beto Albuquerque declarou que qualquer dono de avião pode empresar a aeronave para campanha

SÃO PAULO – Após Marina Silva dizer que iria explicar o uso para campanha do avião em que Eduardo Campos estava quando morreu, o PSB divulgou uma nota nesta terça-feira (26) justificando o caso. Segundo o partido, a aeronave de prefixo PR-AFA seria declarada no final da campanha e que o uso do jato foi autorizado pelos empresários João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho e Apolo Santana Vieira.

“Nos termos facultados pela legislação eleitoral, e considerando o pressuposto óbvio de que seu uso teria continuidade até o final da campanha, pretendia-se proceder à contabilização ao término da campanha eleitoral, quando, conhecida a soma das horas voadas, seria emitido o recibo eleitoral, total e final”, diz a nota.

Após a nota, o vice de Marina Silva, Beto Albuquerque afirmou que concorda com a nota e citou ainda que a presidente Dilma Rousseff utiliza aviões da FAB e presta as contas apenas depois do uso, tornando os dois casos “a mesma coisa”, segundo ele. Ainda de acordo com o candidato, “qualquer dono de avião pode emprestar a aeronave para campanha eleitoral sem o objetivo de ter lucro”.

Confira a nota do PSB na íntegra:

O Partido Socialista Brasileiro esclarece:

A aeronave de prefixo PR-AFA, em cujo acidente faleceu seu presidente, Eduardo Henrique Aciolly Campos, nosso candidato à presidência da República, teve seu uso — de conhecimento público — autorizado pelos empresários João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho e Apolo Santana Vieira.

Nos termos facultados pela legislação eleitoral, e considerando o pressuposto óbvio de que seu uso teria continuidade até o final da campanha, pretendia-se proceder à contabilização ao término da campanha eleitoral, quando, conhecida a soma das horas voadas, seria emitido o recibo eleitoral, total e final.

A tragédia, com o falecimento, inclusive, de assessores, impôs conhecidas alterações tanto na direção partidária quanto na estrutura e comando da campanha, donde as dificuldades enfrentadas no levantamento de todas as informações que são devidas aos nossos militantes e à sociedade brasileira.