Articulação

PP define nomes para colocar no Ministério da Saúde e na presidência da Caixa

Cobiçado pelo governo por ter a terceira maior bancada da Câmara, o PP estaria perto de fechar exigências com o Planalto

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SÃO PAULO – Após reuniões com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com ministros da articulação política, o governo e o PP avançam para um acordo para que nomes do partido assumam o Ministério da Saúde e a Caixa Econômica Federal. Segundo informações do Estado de S. Paulo, Ricardo Barros (PP-PR) já foi definido como o novo nome para a Saúde. 

Ele assumiria no lugar do peemedebista Marcelo Castro (PI). Na última terça-feira (29), o PMDB rompeu com o governo e os seis ministros da sigla foram orientados a entregar os seus cargos. A decisão, no entanto, foi desobedecida pela ministra da Agricultura, Kátia Abreu, que foi às redes sociais declarar sua permanência no governo e no partido. 

Enquanto isso, o PP é a terceira maior bancada da Câmara dos Deputados, com 51 parlamentares, de modo que a sigla pode ser muito importante para o Planalto garantir os 172 votos conhecidos como a margem de segurança para barrar o impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara. 

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De acordo com o jornal, o PP disse aos articuladores do Planalto que só fecharia acordo para se manter na base aliada se ganhasse um ministério “com orçamento” como Saúde ou Educação. Ao mesmo tempo em que negocia com o governo, lideranças do PP têm mantido conversas com o vice-presidente da República, Michel Temer. 

Para a Caixa, o nome escolhido pelo PP seria o do atual ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi. 

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