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Polícia confirma morte dos irmãos responsáveis por ataque ao Charlie Hebdo

Um outro sequestrador, que mantinha reféns em um mercado em Paris, também foi morto

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SÃO PAULO – Duas ações policiais quase simultâneas encerraram os sequestros que ocorriam na França. Dois suspeitos do ataque ao jornal Charlie Hebdo foram mortos na tarde desta sexta-feira (9) após intensa perseguição e cerco policial. Um outro sequestrador, que mantinha reféns em um mercado em Paris, também foi morto. A polícia confirmou as informações. 

Segundo fontes ouvidas pela Reuters, quatro reféns podem ter morrido no mercado. Ao todo, eram cinco reféns mantidos por Amedy Coulibaly próximo de Porte de Vincennes. A mulher suspeita de envolvimento no sequestro do mercado, Hayat Boumeddiene, teria fugido, segundo um porta-voz da polícia ouvido pela CNN. 

Já os irmãos Kouachu, que mantinham uma refém em uma gráfica em Dammartin-en-Goële, morrem após várias explosões ouvidas nas proximidades da gráfica depois de uma troca de tiros com a polícia francesa. Os dois eram suspeitos do ataque ao jornal. A refém foi liberada e saiu ilesa do local. 

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A polícia francesa cercou nesta manhã os dois irmãos que seriam os suspeitos do atentado contra a sede do jornal satírico francês, que deixou 12 mortos em Paris na quarta-feira (7). Eles estavam na gráfica da cidade de Dammartin-en-Goële, na região de Seine-et-Marne, a 42 km de Paris, onde mantinham um refém. Esse foi o pior ataque à mídia desde 2009, segundo o Comitê para Proteção de Jornalistas. E o atentado mais mortífero na França desde 1961.