Deu empate

Planalto espera que Datafolha seja neutro para Dilma, diz Veja; pesquisa sai hoje à noite

Expectativa do governo é que tudo permaneça como na última pesquisa, de duas semanas atrás, com possíveis alterações dentro da margem de erro

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SÃO PAULO – Conforme aponta a coluna Radar Online, da Veja, a pesquisa Datafolha para a corrida presidencial será anunciada no Jornal Nacional, da TV Globo, na noite desta quinta-feira (17).

E a expectativa do Palácio do Planalto é de que tudo permaneça como na última pesquisa, de duas semanas atrás, com possíveis alterações dentro da margem de erro. Deste modo, Dilma Rousseff teria entre 36% e 40% das intenções de voto,Aécio Neves, entre 18% e 22% e Eduardo Campos entre 7% e 11%.

Assim, a derrota acachapante contra a Alemanha na Copa por 7 a 1 não traria consequências negativas e nem o sucesso do evento teria ajudado muito a atual presidente. Vale ressaltar que, na última pesquisa Datafolha, Dilma passou de 34% para 38% das intenções de voto, enquanto o senador Aécio Neves, do PSDB, variou de 19% para 20%, enquanto o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, do PSB, oscilou de 7% para 9% frente ao levantamento realizado em maio. 

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A pesquisa, que tem o registro BR-00219/2014, foi contratada pela empresa Folha da Manhã, sociedade gestora de participações sociais que controla os jornais Folha de S. Paulo e Agora São Paulo. A entrevista com 5.468 eleitores foi realizada entre os dias 15 e 16 de julho.

O questionário abordou perguntas sobre a Copa do Mundo e o efeito que a derrota do Brasil por 7 a 1 para a Alemanha teve sobre o sentimento dos eleitores. Entre as questões estão se a Copa trouxe mais benefícios ou prejuízos para o País e qual, dentre todos os candidatos é o mais beneficiado e o mais prejudicado pela derrota do Brasil.

Ontem, a Folha de S. Paulo divulgou parte da pesquisa, revelando que, passado o evento,  54% estão mais orgulhosos de serem brasileiros, contra 37% mais envergonhados e 9% não souberam responder. Já na pesquisa realizada durante a Copa, entre os dias 1 e 2 de julho, os orgulhosos eram 60%, ante 28% com vergonha e 12% que não responderam. Foram entrevistadas 5.377 entrevistas, em 233 municípios brasileiros, com margem de erro máxima de dois pontos percentuais para mais ou para menos.