Governador de Minas

PF pede indiciamento de Fernando Pimentel, que é negado pela PGR

A vice-procuradora-geral da República, Ela Wiecko, assinou parecer contrário sustentando que não é da responsabilidade da PF indiciar “autoridades com prerrogativa de função” no STJ

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SÃO PAULO – O STJ (Superior Tribunal de Justiça) recebeu um pedido da Polícia Federal para indiciamento do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), por  corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro, em decorrência das investigações realizadas na Operação Acrônimo, mas recebeu um parecer contrário da PGR (Procuradoria Geral da República). 

A decisão sobre o indiciamento ou não do governador cabe ao ministro relator do caso, Herman Benjamin. Após o recesso do Judiciário, em fevereiro, ele retomará a análise do inquérito e caberá a ele a decisão final sobre o assunto. 

A vice-procuradora-geral da República, Ela Wiecko, assinou parecer contrário sustentando que não é da responsabilidade da PF indiciar “autoridades com prerrogativa de função” no STJ.

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Pimentel é investigado na Operação Acrônimo, por suposto recebimento de vantagens indevidas de empresas que mantinham relações comerciais com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), instituição subordinada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, onde ele foi titular da pasta de 2011 a 2014. A PF também apura suposta “venda” de portarias que beneficiavam o setor automotivo e suspeitas de que houve financiamento irregular da campanha do ex-ministro ao Governo de Minas, em 2014.

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