Pesquisa CNT/Sensus revela aumento da popularidade de Lula em setembro

Percentual de entrevistados que avaliaram positivamente o presidente aumentou 3,1 pontos percentuais, atingindo 41,3%

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SÃO PAULO – Confirmando a tendência apontada na pesquisa anterior de que o brasileiro voltou a mostrar confiança na condução do país, o índice de popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu no mês de setembro, de 38,2% para 41,3%,.

Os dados fazem parte do estudo Índice de Satisfação do Cidadão, levantado pelo Instituto Sensus, divulgada nesta terça-feira, dia 28. Esta é a 72ª Rodada da Pesquisa, em que foram entrevistadas 2.000 pessoas em 195 municípios, distribuídos em 24 estados de todas as regiões do País entre os dias 21 a 23 de setembro.

Avaliação do governo Lula subiu 3,1 pontos percentuais

De acordo com o estudo, 41,3% da população avalia o governo Lula de forma positiva, ou seja, como sendo bom ou ótimo. O valor representa um aumento de 3,1 pontos percentuais frente aos 38,2% registrados na pesquisa divulgada no início do mês de agosto.

A avaliação representa uma recuperação nos últimos meses e representa o melhor desempenho deste outubro do ano passado. Do mesmo modo, a aprovação do desempenho pessoal do presidente Lula também subiu e agora chega a 58,8% contra 58,1% registrado na pesquisa anterior.

Pior avaliação de indicadores sociais

Apesar do aumento na popularidade do presidente Lula, segundo a pesquisa, o brasileiro acredita na piora de diversos indicadores sociais. Pr exemplo, apenas
25,2% dos entrevistados consideraram uma melhora no segmento de saúde nos últimos seis meses, enquanto em agosto este número ficou em 27,6%. O mesmo ocorreu na educação, com 36,1% apontando avanço, contra 38,3% em agosto.

No quesito violência, permanecendo estável em relação a agosto, 4,9% dos entrevistados consideram que houve melhora nos últimos seis meses. Por fim, o ítem pobreza foi o único que apresentou um aumento no percentual de pessoas que consideram que houve uma melhora, passando de 9,6% em agosto para 11,0% em setembro.